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TAP recusa voar para a Madeira com levantamento dos limites de vento

texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Bene Riobó

Presidente Executivo da TAP deu uma entrevista ao Expresso

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Aterrar no Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, na Madeira, pode não ser uma tarefa fácil. Por causa dos ventos severos que se fazem sentir em muitos dias do ano a operação aérea tem que ser cancelada e muitos passageiros acabam por sofrer atrasos consideráveis na chegada ao seu destino.

Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira tem estado empenhado em resolver os sucessivos atrasos das ligações aéreas que operam na ilha e aponta os atuais limites de vento – que obrigam os aviões a cancelar aterragens e descolagens – como os responsáveis pelos constrangimentos causados aos passageiros. Na opinião do governante os atuais limites são anacrónicos uma vez que foram criados nos anos 60. Solução? Aumentar os limites estabelecidos legalmente.

“Isso é retórica. A TAP não negoceia com segurança”, afirma Antonoaldo Neves, CEO da companhia de bandeira portuguesa ao Expresso.

O novo Presidente Executivo da TAP, que assumiu funções há sete meses, esclarece que depois de conversar com pilotos da companhia se chegou à conclusão que alterar os atuais limites de vento no Aeroporto da Madeira é muito arriscado. Antonoaldo Neves garante mesmo que enquanto estiver à frente da companhia a TAP não vai alterar os seus padrões de aterragem na Madeira, mesmo que os limites legais de vento sejam levantados.

cropped-W_MINIATURA.pngQuem quiser ser piloto da TAP vai ter que pagar trinta mil euros à companhia

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