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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Britoca / Youtube

Momento aconteceu durante um festival aeronáutico

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Um vídeo recentemente publicado no Youtube mostra um Boeing 747 da United a fazer uma razia à famosa ponte Golden Gate no decorrer do San Francisco’s Fleet Week 2017, um evento de acrobacias aéreas.

O avião estaria sem passageiros tendo, ainda assim, cumprido todas as normas de seguranças, nunca estando em causa a segurança do público que assistia à performance ou a segurança da própria ponte.

Veja o vídeo aqui:

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Um outro vídeo gravado em 2010 mostra um outro momento em que também um Boeing 747 da United sobrevoa a famosa ponte daquela cidade californiana.

Veja o vídeo aqui:

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Num outro vídeo é possível ter a perspetiva inversa, a do interior do avião que sobrevoa a Golden Gate:

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Daniel Luis Gómez Adenis

Em 2017 o preço dos voos de longo curso caíram 7%

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Um estudo apresentado recentemente pela agência de viagens online Edreams revela que os preços em viagens de longo curso diminuíram 7% em 2017. Responsáveis por estes números são as companhias aéreas de baixo custo que investem cada vez mais nas rotas internacionais. 

A Edreams aponta como exemplo para justificar estes números companhias como a Norwegian que tem rotas a partir do Reino Unido para a América a começar nos €70 por trajeto.

“As companhias aéreas europeias estão a entrar na guerra de preços no setor dos voos transatlânticos. A Norwegian é um bom exemplo uma vez que vende voos a partir €69 para os Estados Unidos da América a partir do reino unido e Irlanda”, refere o relatório da agência.

Estes são os fatores e os números que ajudam a perceber que os preços nas rotas internacionais estão a cair, mas como é que podemos concluir que a tendência se vai manter em 2018?

A entrada de novos operadores faz antever boas notícias para quem gosta de viajar e só não o faz mais porque os preços são geralmente elevados.

A LEVEL, do grupo IAG que detém companhias como a British Airways e a Iberia, já anunciou novas rotas para março deste ano que incluem ligações de Barcelona a Boston ou Paris a Montreal e Nova Iorque. Nesta nova lowcost os preços para atravessar o Atlântico começam em pouco mais de €100.

A Joon, apresentada pela Air France como pensada para a geração millenial, também vai entrar na batalha com voos a partir de março para Istambul, Cairo, Cidade do Cabo ou Teerão. A irmã mais nova da francesa Air France alicia ainda os viajantes com uns invejáveis €175 para ligar Paris ao Médio Oriente.

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Michael Gray

2017 foi o ano mais seguro de sempre para a aviação mundial

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O site AirlineRatings.com selecionou aquelas que são as 20 melhores companhias aéreas do mundo. Numa análise que englobou 409 transportadores de todo o mundo, o ranking selecionou aquelas que são “as melhores das melhores”, afirma o editor-chefe do site, Geoffrey Thomas.

Este é um ano particularmente feliz uma vez que 2017 foi considerado o ano mais seguro de sempre da história da aviação. Não houve acidentes graves com companhias comerciais e, por isso, esta é uma seleção meramente ilustrativa daquelas as empresas que estão “na vanguarda da inovação de segurança, excelência operacional e lançamento de novas aeronaves mais avançadas”

Precisamente por considerar que não deve passar a ideia de que as companhias que ficam no fim do ranking ou que estão fora dele são pouco seguras, o AirlineRatings.com decidiu mudar a forma de apresentação das companhias distinguidas. Pela primeira vez as companhias vão ser listadas por ordem alfabética. Em anos anteriores as companhias eram classificadas, sendo as primeiras as mais seguras e as últimas as menos seguras.

Para chegar às 20 magníficas o AirlineRatings teve em conta auditorias dos órgãos governamentais da aviação e associações líderes, auditorias governamentais, registos de acidentes e incidentes graves, e ainda a idade da frota.

Geoffrey Thomas clarifica ainda que “Todas as companhias aéreas têm incidentes diariamente, e muitas são problemas das aeronaves ou questões relacionadas com os motores, e não problemas operacionais da companhia aérea», diz. «E é a maneira como a tripulação lida com os incidentes que determina se uma companhia aérea é, ou não, segura”.

Para além das companhias de longo curso, o AirlineRatings.com selecionou pela primeira vez as melhores companhias de baixo custo e aqui fica a lista, também ordenada alfabeticamente.

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Aer Lingus

Flybe

HK Express

Jetblue

Jetstar Australia

Jetstar Asia

Thomas Cook

Virgin America

Vueling

Westjet

Umas das companhias aéreas mais seguras do mundo é a Singapore Airlines que recentemente apresentou os novos interiores do seu super jumbo, o A380. Veja no vídeo como viajar é cada vez mais confortável, sendo as cabines de primeira classe comparáveis a hotéis:

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Cargospotter

Vídeo foi publicado no Youtube

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Um vídeo publicado recentemente no Youtube pelo spotter CargoSpotter mostra um Airbus A380 a aterrar no aeroporto de Düsseldorf, na Alemanha sob condições meteorológicas muito adversas.

O aparelho da Emirates surge por entre o nevoeiro intenso deixando um rasto de neve quando pisa a pista do aeroporto alemão. Uma imagem poucas vezes vista naquelas latitudes de acordo com o autor do vídeo.

“É sempre incrível ver os pilotos pousarem os seus aviões mesmo quando a visibilidade é muito má. No início eu nem estava a ver o A380, só sabia que ele deveria estar próximo porque eu estava a ver a rota no Flight Radar 24. Por sorte as luzes apareceram e gravei a aterragem sem sem visibilidade perfeita.”, pode ler-se na legenda que acompanha o vídeo no Youtube.

“Geralmente não temos neve em Düsseldorf e foi uma ótima oportunidade para filmar aviões em condições de neve extrema.”, concluiu.

Pode ver o vídeo aqui:

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Um outro vídeo, publicado pelo Youtuber Samuel goes somewheremostra um outro A380 da Emirates a aterrar debaixo de uma grande nevada no aeroporto de Zurique, na Suíça.

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Neste outro vídeo é possível ver um Boeing 777 da Qatar Airways a ser preparado em pista para conseguir descolar.

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Amazon

Baterias de lítio podem provocar explosões

Esta é uma das malas inteligentes mais vendidas no site da Amazon

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Várias companhias aéreas começaram a proibir malas inteligentes a bordo dos seus voos. Em causa estão as baterias de lítio nelas contidas que podem pôr em causa a segurança dos aparelhos.

Uma mala inteligente é uma mala que consegue transportar objetos, como todas as outras malas, mas ainda consegue responder a algumas necessidades mais urgentes do século XXI. Como carregar o telemóvel ou o tablet, transportar um router de internet ou incluir um dispositivo de rastreamento GPS para localização em caso de roubo ou extravio.

No entanto, para conseguirem encher as baterias dos gadgets estas malas têm que transportar no seu interior uma bateria. E aqui é que está o problema. As baterias de lítio pode sobreaquecer e explodir causando graves danos à aeronave.

Companhias como a United Airlines, Delta Air Lines, Qantas, Air Canada ou a British Airways já decidiram que só vão permitir estas malas a bordo dos seus voos, caso seja possível remover as baterias da mala e transporta-las na cabine do avião, junto ao passageiro e fora do modo de carregamento, avança a Travel and Leisure.

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texto Diogo Pereira
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foto Pixabay

Incidente não provocou vítimas

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Dois aviões colidiram no Aeroporto JFK, Nova Iorque, no passado sábado, 6 de janeiro. O incidente ocorreu quando a asa direita de uma aeronave da China Southern embateu contra a cauda de um avião da Kuwait Airways. Não houve vítimas a registar, embora o sucedido tenha agravado os atrasos já existentes naquele aeroporto, motivados pelo mau tempo que se faz sentir em algumas zonas dos Estados Unidos.

De acordo com funcionários do aeroporto, citados pela CNBC, o avião da China Southern estaria a ser rebocado sem passageiros. Os passageiros que esperavam a descolagem no avião da Kuwai Airways já não puderam seguir viagem, acabando por ser colocados em hotéis da cidade.

De acordo com a Kuwait Airways o caso está a ser investigado pelas autoridades de Nova Iorque.

Desde sexta-feira que muitos dos aeroportos americanos estão altamente congestionados em virtude do mau tempo que se faz sentir no país e que têm levado ao cancelamento de centenas de voos.

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Lord of the Wings

Co-piloto terá dado uma bofetada a comandante

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O cockpit de um avião da indiana Jet Airways que fazia a ligação entre Londres e Mumbai no passado dia 1 de janeiro esteve temporariamente sem pilotos ao comando. Co-piloto e comandante ter-se-ão envolvido numa discussão.

De acordo com o jornal The Times of Índia o co-piloto terá dado um estalo à comandante do avião na sequência de uma discussão em pleno voo. A mulher abandonou o cockpit em lágrimas e a tripulação não conseguiu convencê-la a voltar para o seu lugar. Terá sido o próprio co-piloto a conversar com a comandante fora do cockpit – deixando-o vazio – a fazê-la voltar para os comandos da aeronave.

No entanto a comandante acabaria por sair de novo do seu lugar provavelmente porque a discussão terá recomeçado. Desta vez foi um dos tripulantes a convencê-la a voltar para os comandos do avião.

Este caso está a ser investigado pelas autoridades e, de acordo com a mesma fonte, a licença do co-piloto foi suspensa.

Um porta-voz da Jet Airways veio dizer que o caso acabou por se resolver “amigavelmente” e salientou que “na Jet Airways, a segurança dos passageiros, membros da equipa e ativos é de extrema importância e a companhia aérea tem tolerância zero para qualquer tipo de comportamento por parte dos trabalhadores que comprometa essa segurança”

À meia noite os 324 passageiros e 14 tripulantes acabariam por aterrar em segurança em Mumbai.

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texto foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

2017 foi o ano mais seguro de sempre para a aviação mundial

British Airways é uma das companhias aéreas mais seguras do mundo

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O site AirlineRatings.com selecionou aqueles que são as 20 melhores companhias aéreas do mundo. Numa análise que englobou 409 transportadores de todo o mundo, o ranking selecionou aquelas que são “as melhores das melhores”, afirma o editor-chefe do site, Geoffrey Thomas.

Este é um ano particularmente feliz uma vez que 2017 foi considerado o ano mais seguro de sempre da história da aviação. Não houve acidentes graves com companhias comerciais e, por isso, esta é uma seleção meramente ilustrativa daquelas que as empresas que estão “na vanguarda da inovação de segurança, excelência operacional e lançamento de novas aeronaves mais avançadas”

Precisamente por considerar que não deve passar a ideia de que as companhias que ficam no fim do ranking ou que estão fora dele são pouco seguras, o AirlineRatings.com decidiu mudar a forma de apresentação das companhias distinguidas. Pela primeira vez as companhias vão ser listadas por ordem alfabética. Em anos anteriores as companhias eram classificadas, sendo as primeiras as mais seguras e as últimas as menos seguras.

Para chegar às 20 magníficas o AirlineRatings teve em conta auditorias dos órgãos governamentais da aviação e associações líderes, auditorias governamentais, registos de acidentes e incidentes graves, e ainda a idade da frota.

Geoffrey Thomas clarifica ainda que “Todas as companhias aéreas têm incidentes diariamente, e muitas são problemas das aeronaves ou questões relacionadas com os motores, e não problemas operacionais da companhia aérea», diz. «E é a maneira como a tripulação lida com os incidentes que determina se uma companhia aérea é, ou não, segura”.

As companhias aéreas mais seguras para viajar em 2018 são:

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Air New Zealand

Alaska Airlines

All Nippon Airways

British Airways

Cathay Pacific Airways

Emirates

Etihad Airways

Eva Air

Finnair

Hawaiian Airlines

Japan Airlines

KLM

Lufthansa

Qantas

Royal Jordanian Airlines

Scandinavian Airline System

Singapore Airlines

Swiss

Virgin Atlantic

Virgin Australia

Umas das companhias aéreas mais seguras do mundo é a Singapore Airlines que recentemente apresentou os novos interiores do seu super jumbo, o A380. Veja no vídeo como viajar é cada vez mais confortável, sendo as cabines de primeira classe comparáveis a hotéis:

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