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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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A campanha da companhia do Dubai inclui destinos como Pequim, Hong Kong e Luanda.


Até ao final de 2017 a Emirates vai contar com 100 Airbus A380 na sua frota. A companhia aérea do Dubai é líder na operação deste tipo de avião, seguindo-se na tabela a Singapore Airlines, com 19 exemplares do super jumbo europeu e estando em terceiro lugar da lista a alemã Lufthansa com 14 modelos.

Neste momento a companhia aérea do Dubai detém 97 exemplares do maior avião de transporte de passageiros do mundo e depois da chegada do centésimo, a Airbus terá que lhe entregar mais 48 unidades, já encomendadas.

A Emirates tem na sua frota o Airbus A380 desde 2008 e para celebrar a chegada do centésimo elemento à família, lançou uma “super promoção” que conta com destinos como Pequim e Xangai a €439, Hong Kong a €519, Luanda e Seul a €529 ou Bangcoque a €569.

Os preços são de ida e volta com todas as taxas incluídas, para partidas de Lisboa e podem ser consultados no site da companhia.

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
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A DECO pede a intervenção do regulador da aviação civil de Portugal.


A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) veio hoje alertar os passageiros afetados pela onda de cancelamentos da Ryanair para a obrigatoriedade de a companhia os indemnizar com, pelo menos €400, para além de garantir refeições e alojamento até os integrar no voo mais próximo para o destino pretendido.

“Os passageiros podem ou solicitar o reembolso do bilhete, ou ir no voo logo que possível, mas tem sempre direito à assistência (refeições, bebidas, chamada telefónica, alojamento) e à indemnização”, afirmou Paulo Fonseca, jurista da DECO citado pela Agência Lusa.

A DECO critica ainda a companhia de não dar informações suficientes aos passageiros, inibindo-os de alguns direitos.

A Ryanair anunciou recentemente, em Dublin, que vai cancelar cerca de 40 a 50 voos todos os dias até ao final de outubro para melhorar os seus índices de pontualidade que haviam decaído de 90% para 80% e para poder garantir dias de descanso ao seu pessoal de bordo.

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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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Se perder o voo de ligação será colocado no avião seguinte para o mesmo destino.


A Easyjet anunciou hoje que vai permitir que os passageiros dos seus voos façam reservas para voos intercontinentais de outras companhias no seu site. Desta forma formaliza-se uma prática já habitual de usar os voos das low cost como voos de ligação às rotas internacionais. Com a formalização deste processo os passageiros passam a poder reservar toda a viagem num só site, ao contrário do que acontecia antes.

Este serviço vai começar a funcionar no aeroporto londrino de Gatwick e em colaboração com duas companhias que operam voos para o continente americano e asiático, a Norwegian e WestJet.

De acordo com a Agência Lusa cerca de 200 mil passageiros fazem, todos os anos, voos de ligação com a Easyjet, mas até aqui tinham que fazer reservas separadas. Agora as reservas podem passar a ser feitas no site da Easyjet e no caso de um voo perdido numa ligação, o passageiro será colocado no voo seguinte.

Citada pela Agência Lusa a companhia britânica de baixo custo adianta ainda que estão a decorrer conversações “avançadas” com companhias do Médio Oriente para que este serviço lhes seja estendido. A Easyjet pondera ainda alarga-lo a outros aeroportos europeus como Milão, Genebra, Amesterdão, Paris (aeroporto Charles de Gaulle) ou Barcelona.

«Cerca de 70 milhões de passageiros que viajam através de um aeroporto da easyJet, por ano, fazem ligações com outros voos, principalmente de grandes distâncias e é este segmento de mercado que o serviço Worldwide da easyJet vai facilitar», disse Carolyn McCall, da administração da companhia, citado pela Lusa.

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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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A autoridade de segurança aérea dos Estados Unidos aprovou a nova tecnologia que deve começar a ser implementada brevemente.

Um novo scanner foi aprovado pela Administração para a Segurança dos Transportes (Transportation Security Administration) norte-americana. A nova máquina deve começar a ser usada brevemente nos aeroportos dos Estados Unidos e vai permitir que os passageiros mantenham computadores, tablets e líquidos nas malas, deixando assim de ser obrigatório retira-los para serem fiscalizados separadamente, segundo notícia do The Telegraph.

A nova máquina foi desenvolvida pela Analogic, com sede em Boston, e tem como principal objetivo tornar o processo de segurança nos aeroportos mais rápido e confortável para os passageiros.

Apresentada pela primeira vez no Aeroporto Internacional de Phoenix, a nova tecnologia que utiliza imagens em 3D foi agora aprovada pela autoridade máxima de regulação do setor da aviação e deve começar a ser implementada em breve.

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Os passageiros que aderirem a esta nova opção têm entrada prioritária no avião.

A Easyjet acaba de lançar a opção “mãos livres” que permite aos passageiros despacharem as suas bagagens de mão nos balcões de check-in dando-lhes prioridade no embarque, garantindo que estas serão as primeiras a entrar no tapete rolante à chegada e autorizando ainda o transporte de compras feitas nas lojas do aeroporto. A opção custa €5.

Esta é uma opção que está em vigor desde o início da primavera nas viagens com origem em França e, de acordo com a companhia britânica, os passageiros aderiram tão bem (com mais de 9.000 passageiros a experimentá-la) que a Easyjet decidiu estende-la ao resto das rotas.

Desta forma os passageiros passam a poder transportar produtos que são proibidos na cabine do avião sem terem que pagar o valor correspondente a uma mala de porão de 23kg.

No momento do check-in serão dados pequenos sacos de plástico para transporte de objetos pessoais e os passageiros não terão que passar a mala pelos canais de segurança.

O “Mãos Livres” confere ainda entrada prioritária no avião a seguir aos passageiros com Speedy Boarding.

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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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A TAP realiza mais uma vez um curso para as pessoas que têm medo de voar

A TAP apresentou mais uma edição do curso “Ganhar Asas” que tem como objetivo ajudar pessoas que têm medo de voar. O curso tem lugar nos próximos dias 28, 29 e 30 de setembro (primeira edição) e 23, 24 e 25 de novembro (segunda edição). Custa €525, acontece em Lisboa e inclui uma viagem de ida e volta a Madrid.

Como o objetivo de ajudar as pessoas que por medo de voar não conseguem visitar os seus destinos de sonho ou vêm a sua vida profissional muito afetada, a TAP está a realizar um curso destinado a todos aqueles que “nunca viajaram; já viajaram, mas deixam de fazê-lo porque sentem desconforto ou continuam a viajar mas sentem ansiedade sempre que precisam de fazê-lo”, lê-se no site da companhia.

O curso que “foi desenvolvido em conjunto com a Unidade de Cuidados Integrados de Saúde, do Grupo TAP (UCS)”, tem a duração de 24 horas divididas por dois dias e meio e conta com aulas teóricas dadas por “dois psicólogos com formação cognitivo-comportamental, um piloto de aviação TAP, um assistente de bordo TAP e um engenheiro de manutenção TAP”.

O “Ganhar Asas” conta com uma sessão num simulador de voo, uma visita aos mockups dos aviões TAP para formação, visita a um avião em manutenção e uma viagem de ida e volta para Madrid a bordo de um avião da TAP.

A companhia garante que as taxas de sucesso do curso são elevadas, afirmando que a taxa de embarque no voo terapêutico é de 96%. A TAP afirma ainda que na maioria dos casos “após a realização do Programa “Ganhar Asas” os participantes voam mais e com maior nível de conforto”.

O preço do curso é €450 aos quais se soma o valor da consulta de avaliação inicial, €75. No total são €525 e estão incluídas refeições, documentação de apoio e “voo terapêutico” Lisboa – Madrid – Lisboa.

A inscrição pode ser feita aqui

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A Confederação do Turismo Português já veio pedir “entendimento de todos os intervenientes”.

Está agendada para os próximos dias 24 e 25 de agosto uma greve dos inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Se esta paralisação se concretizar podem ficar em terra cerca de 30 mil passageiros e 85 voos com destino ao exterior do espaço Schengen e com origem no aeroporto de Lisboa.

A greve foi convocada pelo Sindicato da Carreira da Inspeção e Fiscalização (SCIF) que tem tecido críticas à ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, por alegadamente ter anulado “valências fundamentais para a segurança nacional, como são as suas competências criminais, num quadro crítico de segurança mundial”, adianta o SCIF.

A Confederação do Turismo Português (CTP) já veio pedir um “entendimento de todos os intervenientes” por forma a anular a paralisação. O controlo de cidadãos provenientes de países fora do espaço Shengen já é demorado por falta de meios do SEF e “vai com certeza causar grandes transtornos na principal porta de entrada dos turistas em Portugal”, diz Francisco Calheiros, presidente da CTP.

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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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A companhia portuguesa quer afirmar-se no mercado americano.

De acordo com o Jornal de Negócios a TAP vai regressar à designação que usou nos anos 80, “TAP Air Portugal”. A mudança visa associar diretamente a sigla TAP a uma transportadora aérea, principalmente no mercado americano onde a companhia portuguesa está em forte expansão. A 14 de setembro a companhia acrescenta o “Air Portugal” em todas as suas plataformas e num primeiro avião.

“A TAP atravessa um momento de forte crescimento na América do Norte. Nesta fase, sentimos a necessidade de, em termos de marca, nos afirmarmos com um posicionamento mais forte de reconhecimento de companhia aérea, mantendo a forte associação a Portugal”, explicou a companhia ao Jornal de Negócios.

A partir de 14 de setembro haverá um avião a voar com a nova identificação que se estenderá a toda a frota gradualmente.

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O maior sindicato de pilotos de França lança fortes acusações à companhia britânica.

Uma carta aberta enviada pelo Syndicat National des Pilotes de Ligne (SNPL – o principal sindicato de pilotos de linha aérea de França) ao principal acionista da Easyjet, Stelios Haji-Ioannou, acusa a companhia britânica de colocar os passageiros em risco. Em causa está o agendamento continuo de voos que, de acordo com o SNPL deixa os pilotos e restante pessoal de cabine “esgotados”.

“Uma linha vermelha foi ultrapassada e estamos muito chocados”, pode ler-se na carta, onde se acrescenta que “A companhia aérea tem mais olhos que barriga. Os horários são impossíveis ”

O sindicato acusa ainda a companhia de pressionar os seus funcionários para estenderem os seus horários, “ultrapassando os limites diários”. “Alguns pilotos recusam-se e são intimidados pela companhia”.

A EasyJet mostrou-se surpreendida com esta carta aberta, afirmando que vai continuar a trabalhar com o sindicato dos pilotos franceses e foi peremptória ao afirmar que “nunca iria comprometer a segurança” dos passageiros, de acordo com o The Telegraph.

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