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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Daniel Luis Gómez Adenis

Em 2017 o preço dos voos de longo curso caíram 7%

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Um estudo apresentado recentemente pela agência de viagens online Edreams revela que os preços em viagens de longo curso diminuíram 7% em 2017. Responsáveis por estes números são as companhias aéreas de baixo custo que investem cada vez mais nas rotas internacionais. 

A Edreams aponta como exemplo para justificar estes números companhias como a Norwegian que tem rotas a partir do Reino Unido para a América a começar nos €70 por trajeto.

“As companhias aéreas europeias estão a entrar na guerra de preços no setor dos voos transatlânticos. A Norwegian é um bom exemplo uma vez que vende voos a partir €69 para os Estados Unidos da América a partir do reino unido e Irlanda”, refere o relatório da agência.

Estes são os fatores e os números que ajudam a perceber que os preços nas rotas internacionais estão a cair, mas como é que podemos concluir que a tendência se vai manter em 2018?

A entrada de novos operadores faz antever boas notícias para quem gosta de viajar e só não o faz mais porque os preços são geralmente elevados.

A LEVEL, do grupo IAG que detém companhias como a British Airways e a Iberia, já anunciou novas rotas para março deste ano que incluem ligações de Barcelona a Boston ou Paris a Montreal e Nova Iorque. Nesta nova lowcost os preços para atravessar o Atlântico começam em pouco mais de €100.

A Joon, apresentada pela Air France como pensada para a geração millenial, também vai entrar na batalha com voos a partir de março para Istambul, Cairo, Cidade do Cabo ou Teerão. A irmã mais nova da francesa Air France alicia ainda os viajantes com uns invejáveis €175 para ligar Paris ao Médio Oriente.

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texto Diogo Pereira
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foto Michael Gray

2017 foi o ano mais seguro de sempre para a aviação mundial

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O site AirlineRatings.com selecionou aquelas que são as 20 melhores companhias aéreas do mundo. Numa análise que englobou 409 transportadores de todo o mundo, o ranking selecionou aquelas que são “as melhores das melhores”, afirma o editor-chefe do site, Geoffrey Thomas.

Este é um ano particularmente feliz uma vez que 2017 foi considerado o ano mais seguro de sempre da história da aviação. Não houve acidentes graves com companhias comerciais e, por isso, esta é uma seleção meramente ilustrativa daquelas as empresas que estão “na vanguarda da inovação de segurança, excelência operacional e lançamento de novas aeronaves mais avançadas”

Precisamente por considerar que não deve passar a ideia de que as companhias que ficam no fim do ranking ou que estão fora dele são pouco seguras, o AirlineRatings.com decidiu mudar a forma de apresentação das companhias distinguidas. Pela primeira vez as companhias vão ser listadas por ordem alfabética. Em anos anteriores as companhias eram classificadas, sendo as primeiras as mais seguras e as últimas as menos seguras.

Para chegar às 20 magníficas o AirlineRatings teve em conta auditorias dos órgãos governamentais da aviação e associações líderes, auditorias governamentais, registos de acidentes e incidentes graves, e ainda a idade da frota.

Geoffrey Thomas clarifica ainda que “Todas as companhias aéreas têm incidentes diariamente, e muitas são problemas das aeronaves ou questões relacionadas com os motores, e não problemas operacionais da companhia aérea», diz. «E é a maneira como a tripulação lida com os incidentes que determina se uma companhia aérea é, ou não, segura”.

Para além das companhias de longo curso, o AirlineRatings.com selecionou pela primeira vez as melhores companhias de baixo custo e aqui fica a lista, também ordenada alfabeticamente.

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Aer Lingus

Flybe

HK Express

Jetblue

Jetstar Australia

Jetstar Asia

Thomas Cook

Virgin America

Vueling

Westjet

Umas das companhias aéreas mais seguras do mundo é a Singapore Airlines que recentemente apresentou os novos interiores do seu super jumbo, o A380. Veja no vídeo como viajar é cada vez mais confortável, sendo as cabines de primeira classe comparáveis a hotéis:

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Ryanair está com mais uma promoção para vários destinos europeus

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A Ryanair está a lançar uma campanha promocional com várias rotas para a Europa a começarem nos €9,79 por trajeto.

De acordo com a companhia esta é “uma promoção de janeiro com voos até 20% de desconto, em mais de 500.000 lugares”.

A partir de Lisboa a lowcost tem voos para Frankfurt e Porto a €9,99; Paris a €12,74; Marselha e Toulouse a 14,70; Bruxelas, Londres, Ponta Delgada e Terceira (Açores) a €14,99 e a menos de €20 ainda pode chegas às cidades italianas de Pisa, Roma e Bolonha.

A partir do Porto há destinos como Paris, Barcelona, Faro e Frankfurt a menos de €10 e Bordeaux, Bruxelas, Colónia e Madrid a pouco mais de €12. A partir da invicta pode ainda chegar a Milão, Paris, Berlim, Londres ou Valência por menos de €15. Até €20 há rotas para Bolonha, Roma, Canárias ou Varsóvia.

Já de Faro os destinos são: Paris (€9,79), Frankfurt (€9,99), Bruxelas, Colónia e Munique (€14,99), Londres (€16,99) e Newcastle e Manchester (€19,99).

Os preços são válidos apenas para uma rota e incluem bagagem de mão. A bagagem de porão (despachada) e refeições a bordo não estão incluídas.

Todos os preços podem ser consultados no site da Ryanair.

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Curimedia

Companhia apresenta descontos de 25% em mais de 20 mil lugares.

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A companhia lowcost Easyjet acaba de lançar uma promoção que abrange mais de 20 mil lugares em várias rotas operadas a partir do aeroportos portugueses.

A partir do aeroporto de Lisboa pode voar para Londres por 20,49€, Madrid a 13,99€, Milão a 19,76€ e Berlim, 23,30€.

Os voos com partida do aeroporto do Porto para Nantes, Toulouse e Lyon estão a ser vendidos com o preço promocional de 13,99 por trajeto.

Também o aeroporto de Faro está a ser abrangido pela companhia de baixo custo britânica com a rota de Newcastle à distância de 11,49€ ou Milão com bilhetes a 23,30€.

As reservas podem ser efetuadas para voos entre 31 de janeiro de 2018 e 4 de julho.

Os preços têm incluídas todas as taxas de aeroporto e bagagem de mão. Como é habitual nas companhias de baixo custo, o valor apresentado não inclui bagagem despachada para o porão.

Consulte as promoções no site da Easyjet.

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texto foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

Companhia aérea abriu espaço para o diálogo.

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Os pilotos da Ryanair desconvocaram a greve prevista para o próximo dia 20 de dezembro em Portugal, de acordo com o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

“O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) informa que a greve dos pilotos da Ryanair em Portugal prevista para o dia 20 de dezembro foi suspensa. A decisão da Ryanair em reconhecer o SPAC como a organização representativa dos seus pilotos em Portugal e o seu compromisso em iniciar negociações com o objetivo de estabelecer um acordo de empresa levaram à tomada desta decisão”, pode ler-se no comunicado enviado hoje à comunicação social.

A reversão da paralisação prevista para uma época especialmente sencível no que toca ao transporte de passageiros aconteceu numa altura em que a companhia de baixo custo aceitou o SPAC como principal interlocutor dos pilotos portugueses.

A decisão dos pilotos portugueses surge na sequência de uma decisão semelhante tomada pelos homólogos italianos que, vendo as suas reivindicações acolhidas também decidiram suspender a greve.

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Adrian Pingstone

Ação em Portugal surge na sequência de greves convocadas noutros países da Europa

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Os pilotos da Ryanair a operar em Portugal vão juntar-se aos da Irlanda, Alemanha e Itália que já anunciaram greves para o mês de dezembro, diz o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil. A data para a paralisação é o próximo dia 20 de dezembro.

“Esta acção está relacionada com outros movimentos dos pilotos da Ryanair na Irlanda e na Itália, e o SPAC lamenta profundamente que possam surgir potenciais perturbações nos planos de viagem dos passageiros”, diz um comunicado enviado à imprensa pelo sindicato.

No mesmo documento pode ainda ler-se que a decidir fazer uma greve “nunca é fácil”, mas a “recusa contínua da Ryanair em negociar com os pilotos de forma justa e transparente” não deixa outra opção.

Os pilotos da Ryanair exigem melhores condições de trabalho, melhores salários e o reconhecimento da sua sindicalização.

“Caso a administração da Ryanair mostre abertura para o diálogo construtivo com vista à negociação colectiva e reconhecimento da Comissão de Empresa do SPAC como negociador, bem como um compromisso em acabar com a cultura estabelecida de medo e bullying em relação sua equipa”, os pilotos desmarcam a greve, lê-se no mesmo documento.

Num comunicado enviado à BBC e citado pelo Público a Ryanair aponta o dedo aos pilotos que acusa de não se preocuparem com os colegas e com os passageiros.

“Apesar de alguns voos poderem ser cancelados, a Ryanair acredita que será limitado a um pequeno grupo de pilotos que em breve deixarão a Ryanair e por isso não se importam com o facto de as suas ações incomodarem colegas e clientes”, lia-se.

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texto e foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Ângela Peça

O dinheiro gasto pelos mais jovens em viagens tem vindo a aumentar

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A empresa norte-americana Contiki, especializada na organização de viagens para millenniels, veio apresentar dados que corroboram uma tendência cada vez mais clara: os mais jovens estão a dar prioridade às viagens e não pensam em comprar casa.

De acordo com a diretora de vendas e marketing da Contiki, Donna Jeavons, os seus clientes gastaram mais 10% em viagens do que no ano anterior, verificando-se por isso um aumento acentuado.

“Com a habitação tão cara, muitos jovens procuram outros objetivos primeiro, sabendo que comprar uma casa pode ser mais difícil do que foi para as gerações anteriores”, disse Jeavons à Associated Press, citada pela Lonely Planet.

A Contiki está a perceber que os jovens estão a fazer cada vez mais viagens e locais mais remotos que há uns anos eram um pouco mais inacessíveis.

Responsáveis pela nova tendência são também as companhias aéreas lowcost e os alojamentos mais baratos que reduziram e muito os preços das viagens, antes apenas acessíveis às classes mais altas.

Para além dos números há outras evidências que compravam que os millennials têm as viagens no topo das suas prioridades e que o mercado sabe disso.

A Air France apresentou recentemente uma companhia aérea dedicada aos mais jovens e a U by Uniworld vai lançar um cruzeiro onde só quem tenha entre 18 e 30 anos pode entrar.

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texto e foto Diogo Pereira
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foto Daniel Luis Gómez Adenis

Level está a crescer e promete novidades para 2018

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A Level, uma companhia aérea de baixo custo fundada recentemente, anunciou que está a expandir as suas operações para o aeroporto francês de Paris Orly.

A partir de 2 de julho a companhia começa a voar para Montreal e Guadalupe. Martinique, nas Caraíbas, começa a ter ligações a Orly pela Level a partir de 3 de setembro e a partir de 4 de setembro vai ser possível viajar entre Paris e Nova Iorque quatro vezes por semana.

As viagens entre Paris Orly e Nova Iorque, que só vão começar no final do ano, têm preços a começar nos €129 com todas as taxas incluídas, no entanto o valor não inclui refeições a bordo nem bagagem de porão. As viagens para Montreal terão preços a começar nos €99.

A apresentação destas novas rotas surgem no seguimento das bem sucedidas ligações de Barcelona a Buenos Aires, Punta Cana, Oakland e Los Angeles que a Level já opera e às quais se juntará uma nova ligação a Boston, mas a partir de Madrid e com três voos semanais.

A Level tem cinco tipos de tarifas que começam no preço mais baixo que apenas inclui o assento e uma mala de cabine, até à tarifa mais cara que permite o transporte de duas malas de porão, embarque prioritário, refeições e lugar em cabine premium. 

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
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Uma investigação do britânico The Telegraph revela que há passageiros a serem contactados para prescindirem de serviços de advocacia para receberem indemnizações.


O jornal britânico The Telegraph está a adiantar que há passageiros da Ryanair a serem “intimidados” pela companhia por recorrerem a advogados para conseguirem indemnizações na sequência dos sucessivos cancelamentos que a lowcost tem vindo a levar a cabo nas últimas semanas. De acordo com a edição online do The Telegraph a companhia estará mesmo a enfrentar uma ação legal.

O escritório de advogados Fair Plane, especializado na obtenção de indemnizações em casos de atrasos, cancelamentos ou overbooking em voos está a acusar a companhia de “difamação e interferência ilícita”. Em causa estará o envio de uma carta aos passageiros, por parte da companhia e à qual o The Telegraph diz ter tido acesso, em que a Ryanair pergunta aos passageiros se “realmente aceitaram assinar a reclamação”.

De acordo com a mesma fonte a companhia irlandesa informa os passageiros que “parece ter uma reclamação válida” e que receberão “100% da indemnização sim lhe serem retirados os honorários legais” se deixarem de usar a Fair Plane e contactarem a companhia aérea diretamente.

“Estão a tentar interromper as relações do cliente connosco. Neste ponto é tarde para a Ryanair oferecer uma compensação porque o cliente já chegou até nós. Em muitos casos a principal razão para a Ryanair pagar as indemnizações devidas é porque nós estamos no processo”, diz ao The Telgraph Daniel Morris, diretor da Fair Plane.

A Fair Plane cobra uma taxa de 25% sobre as indemnizações conseguidas e, no caso de a companhia negociar diretamente com os passageiros, consegue poupar algum dinheiro. “Sabem que os obrigamos a pagar e, se nos retiram dessa equação, poupam dinheiro”, continua Morris.

A autoridade de Aviação Civil adianta que os passageiros têm obrigação de contactar diretamente a companhia para pedirem as indemnizações, antes de envolverem entidades judiciais no processo, mas a Fair Plane não concorda que a Ryanair contacte diretamente os passageiros, nas suas costas.

Contactada pelo The Telegraph, a Ryanair disse que “não fazemos comentários sobre as falsas afirmações das empresas de caça que estão a cobrar até 50 por cento das suas indemnizações”. A companhia de baixo custo acrescenta ainda que “os clientes com reclamações válidas vão receber 100 por cento das suas compensações sem terem que as partilhar com estas empresas”.


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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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foto Adrian Pingstone

Um trabalhador acusa a companhia de ser a “Coreia do Norte da aviação”


A Ryanair tem estado debaixo de fogo nas últimas semanas. No início de setembro anunciou o cancelamento de 40 a 50 voos diários até ao final de outubro, período que viria a ser estendido até ao mês de março de 2018. De acordo com a companhia a impossibilidade de realizar as viagens prendia-se com a falta de aviões e com a necessidade de fazer crescer a empresa “mais lentamente”.

A realidade é que cedo se percebeu que a companhia estava a ter problemas com o relacionamento com o seu pessoal de cabine. Fracas condições de trabalho levaram muitos funcionários à exaustão e a empresa não conseguiu levar a bom porto um acordo que tinha previsto para que os pilotos prescindissem das suas férias. Tudo somado são mais de 400 mil passageiros afetados em toda a Europa.

Os problemas com os funcionários parecem agora estar a chegar a um ponto limite, com o agendamento de um “greve em massa” e, mais grave, a deserção de vários tripulantes para companhias concorrentes da irlandesa.

“Está escrito nos nossos contratos que não estamos autorizados a fazer parte de sindicatos, mas os colegas da minha base, e não apenas essa, estão a planear uma greve antes de se mudarem para a Norwegian e a EasyJet“, refere uma fonte anónima ao britânico Telegraph.

Entre as queixas tornadas públicas por vários trabalhadores, estão a contabilização das horas de voo como horas a pagar aos funcionários, retirando os períodos em que os tripulantes têm que estar em terra; ou o pagamento por parte dos pilotos das garrafas de água que  consomem quando estão aos comandos das aeronaves.

Não há datas previstas nem previsões de consequências para os passageiros.


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