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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Amazon

Baterias de lítio podem provocar explosões

Esta é uma das malas inteligentes mais vendidas no site da Amazon

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Várias companhias aéreas começaram a proibir malas inteligentes a bordo dos seus voos. Em causa estão as baterias de lítio nelas contidas que podem pôr em causa a segurança dos aparelhos.

Uma mala inteligente é uma mala que consegue transportar objetos, como todas as outras malas, mas ainda consegue responder a algumas necessidades mais urgentes do século XXI. Como carregar o telemóvel ou o tablet, transportar um router de internet ou incluir um dispositivo de rastreamento GPS para localização em caso de roubo ou extravio.

No entanto, para conseguirem encher as baterias dos gadgets estas malas têm que transportar no seu interior uma bateria. E aqui é que está o problema. As baterias de lítio pode sobreaquecer e explodir causando graves danos à aeronave.

Companhias como a United Airlines, Delta Air Lines, Qantas, Air Canada ou a British Airways já decidiram que só vão permitir estas malas a bordo dos seus voos, caso seja possível remover as baterias da mala e transporta-las na cabine do avião, junto ao passageiro e fora do modo de carregamento, avança a Travel and Leisure.

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