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claudia-paivatexto e fotos Cláudia Paiva
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Diogo Pereiratexto e vídeo Diogo Pereira
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 Aveiro, Portugal



 

O Museu de Aveiro é muito mais conhecido pelo nome da sua mais famosa inquilina: Santa Joana. Esta infanta, carismática e enigmática viveu por ali os seus últimos tempos em clausura. Porque aquele lugar, antes de ser museu, foi o Convento de Jesus.

Joana consegue ainda outra proeza curiosa. É padroeira da cidade de Aveiro, mesmo sem ser reconhecida pela Igreja Católica como santa. Beata é o seu único título, concedido pelo Papa Inocêncio XII em 1673, mas o povo continua a acarinha-la e a atribuir-lhe alguns milagres.

No acervo deste espaço concentram-se, essencialmente, as obras herdadas do convento que por ali existiu, sendo o túmulo de Joana a atração mais relevante. Embora seja hoje um museu, está frequentemente aberto para o culto religioso.

Santa Joana no Museu de Aveiro
Museu de Aveiro
 Aveiro, Portugal (Parque de Santa Joana)
crianças, idosos, estudantes e jovens: grátis | adultos: €4
 terça a domingo: 10:00 às 12:30 e 13:00 às 18:00 (encerra no dia de Natal, ano novo, Páscoa e 1 de maio)
aceda à página de Facebook

 A partir do centro de Aveiro pode deslocar-se a pé para o Museu de Aveiro

 Dispense cerca de 2h00 para visitar o museu
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claudia-paivatexto e fotos Cláudia Paiva
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Diogo Pereiratexto e vídeo Diogo Pereira
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 Munique, Alemanha



 

Se pensa que a Oktoberfest só acontece uma vez por ano, desengane-se. Ela está presente na vida da cidade de Munique durante 365 dias, sem interrupções. E como é que isso é possível? Através do Museu da Cerveja e da Oktoberfest que desde 2005 tentar manter a maior festa da cerveja do mundo muito presente durante todo ano.

Edificado num edifício com quase 700 anos este museu é algo pitoresco. Não está carregado de ecrãs nem tecnologias como seria expectável nesta que é uma cidade que deve muito do seu desenvolvimento à inovação da indústria automóvel. O Museu da Cerveja e da Oktoberfest mantém uma traça antiga que nos parece muito próxima da realidade que pretende dar a conhecer aos visitantes.

Quando entramos no piso térreo somos recebido sem grande pompa. Aliás, nenhuma pompa. Parece que acabamos de entrar em casa de um particular que vem ter connosco à porta e nos convida a entrar no seu lar. Passada esta primeira fase e dadas as primeiras indicações (poucas!) caminhamos em direção àquilo que nos parece ser uma tasca e começamos por provar uma das famosas cervejas alemãs. Aqui o melhor não fica para o fim por isso agora é sempre a descer…

Terminada que está a degustação, percorremos toda a história da cerveja e percebemos a importância que ela teve em algumas zonas rurais e mais desfavorecidas da Alemanha. Ficamos também a saber como é produzida e como deve ser servida.

No piso superior percorremos toda a história de uma festa que faz mexer a cidade de Munique anualmente com mais de seis milhões de visitantes. É um número impressionante para uma cidade que não é das maiores da Alemanha.

Museu da Cerveja e da Oktoberfest
 Munique, Baviera, Alemanha (Sterneckerstr, 2)
€4
 todos os dias: 13:00 às 18:00 (encerra nos feriados nacionais alemães)
aceda ao site

 Se estiver no centro de Munique não vai ser difícil encontrar o museu e vai conseguir chegar até ele sem necessidade de usar transportes públicos

 Dispense cerca de 1h30 para visitar o museu

Aproveite a passagem pelo museu para provar algumas das melhores cervejas alemãs
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Lugares

Diogo Pereiratexto, fotos e vídeo Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

Lisboa, Portugal



 

As moedas e as notas que manuseamos diariamente são possivelmente os objetos cujos valores melhor conhecemos. Embora seja muito frequente desvalorizarmos o valor do dinheiro, a verdade é que este é um dos bens mais imprescindíveis da nossas vidas. Serve para comprar quase tudo (ou mesmo tudo) e é o melhor índice de classificação objetiva das sociedades. Mas o que está por detrás do vil metal que todos gostam de desdenhar, mas amam ter?

Talvez o melhor sítio para encontrar uma resposta a esta pergunta esteja edificado no Largo de S. Julião, em plena Baixa lisboeta: o Museu do Dinheiro.

Numa iniciativa que visa dar mais vida à já cosmopolita Baixa de Lisboa, o Banco de Portugal construiu um interativo e muito apelativo museu onde é possível revisitar a história do dinheiro.

Começando pelo princípio é possível tocar numa pesada barra de ouro (mesmo uma barra de ouro verdadeira) que pesa qualquer coisa como 12,7 quilos. Está obviamente altamente protegida, mas mesmo que tentasse, aposto que não conseguia leva-la para casa.

No Museu do Dinheiro vai poder ver e passar por uma porta de sete toneladas de aço que noutros tempos era a guardiã das barras de ouro do Banco de Portugal. Vai poder fazer trocas comerciais e participar em quizzes cujos resultados ficarão guardados no seu bilhete, com o qual pode continuar a visita quando chegar a casa, no site do museu.

Quer saber se as notas e moedas que tem na carteira são verdadeiras? Também pode saber no museu do dinheiro. E mais: pode mesmo aprender como se falsificam notas e pode tentar distinguir exemplares verdadeiros de exemplares falsos.

Mas a interatividade não se fica por aqui, se quiser sentir-se um rei ou rainha pode cunhar moedas com a sua própria cara.

Museu do Dinheiro
Lisboa, Portugal (Largo de S. Julião)
grátis
 quarta a sábado: 10:00 às 18:00
aceda ao site

 A forma mais fácil de chegar ao Museu do Dinheiro é usando a rede de Metro da cidade de Lisboa. As estações do Terreiro do Paço e Baixa Chiado são as mais próximas. Pode ainda usar o comboio (Estações do Cais do Sodré e Rossio), autocarro e elétrico.

Guarde pelo menos duas horas para visitar o Museu do Dinheiro

 

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