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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

Uma investigação do britânico The Telegraph revela que há passageiros a serem contactados para prescindirem de serviços de advocacia para receberem indemnizações.


O jornal britânico The Telegraph está a adiantar que há passageiros da Ryanair a serem “intimidados” pela companhia por recorrerem a advogados para conseguirem indemnizações na sequência dos sucessivos cancelamentos que a lowcost tem vindo a levar a cabo nas últimas semanas. De acordo com a edição online do The Telegraph a companhia estará mesmo a enfrentar uma ação legal.

O escritório de advogados Fair Plane, especializado na obtenção de indemnizações em casos de atrasos, cancelamentos ou overbooking em voos está a acusar a companhia de “difamação e interferência ilícita”. Em causa estará o envio de uma carta aos passageiros, por parte da companhia e à qual o The Telegraph diz ter tido acesso, em que a Ryanair pergunta aos passageiros se “realmente aceitaram assinar a reclamação”.

De acordo com a mesma fonte a companhia irlandesa informa os passageiros que “parece ter uma reclamação válida” e que receberão “100% da indemnização sim lhe serem retirados os honorários legais” se deixarem de usar a Fair Plane e contactarem a companhia aérea diretamente.

“Estão a tentar interromper as relações do cliente connosco. Neste ponto é tarde para a Ryanair oferecer uma compensação porque o cliente já chegou até nós. Em muitos casos a principal razão para a Ryanair pagar as indemnizações devidas é porque nós estamos no processo”, diz ao The Telgraph Daniel Morris, diretor da Fair Plane.

A Fair Plane cobra uma taxa de 25% sobre as indemnizações conseguidas e, no caso de a companhia negociar diretamente com os passageiros, consegue poupar algum dinheiro. “Sabem que os obrigamos a pagar e, se nos retiram dessa equação, poupam dinheiro”, continua Morris.

A autoridade de Aviação Civil adianta que os passageiros têm obrigação de contactar diretamente a companhia para pedirem as indemnizações, antes de envolverem entidades judiciais no processo, mas a Fair Plane não concorda que a Ryanair contacte diretamente os passageiros, nas suas costas.

Contactada pelo The Telegraph, a Ryanair disse que “não fazemos comentários sobre as falsas afirmações das empresas de caça que estão a cobrar até 50 por cento das suas indemnizações”. A companhia de baixo custo acrescenta ainda que “os clientes com reclamações válidas vão receber 100 por cento das suas compensações sem terem que as partilhar com estas empresas”.


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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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foto Adrian Pingstone

Um trabalhador acusa a companhia de ser a “Coreia do Norte da aviação”


A Ryanair tem estado debaixo de fogo nas últimas semanas. No início de setembro anunciou o cancelamento de 40 a 50 voos diários até ao final de outubro, período que viria a ser estendido até ao mês de março de 2018. De acordo com a companhia a impossibilidade de realizar as viagens prendia-se com a falta de aviões e com a necessidade de fazer crescer a empresa “mais lentamente”.

A realidade é que cedo se percebeu que a companhia estava a ter problemas com o relacionamento com o seu pessoal de cabine. Fracas condições de trabalho levaram muitos funcionários à exaustão e a empresa não conseguiu levar a bom porto um acordo que tinha previsto para que os pilotos prescindissem das suas férias. Tudo somado são mais de 400 mil passageiros afetados em toda a Europa.

Os problemas com os funcionários parecem agora estar a chegar a um ponto limite, com o agendamento de um “greve em massa” e, mais grave, a deserção de vários tripulantes para companhias concorrentes da irlandesa.

“Está escrito nos nossos contratos que não estamos autorizados a fazer parte de sindicatos, mas os colegas da minha base, e não apenas essa, estão a planear uma greve antes de se mudarem para a Norwegian e a EasyJet“, refere uma fonte anónima ao britânico Telegraph.

Entre as queixas tornadas públicas por vários trabalhadores, estão a contabilização das horas de voo como horas a pagar aos funcionários, retirando os períodos em que os tripulantes têm que estar em terra; ou o pagamento por parte dos pilotos das garrafas de água que  consomem quando estão aos comandos das aeronaves.

Não há datas previstas nem previsões de consequências para os passageiros.


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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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foto Adrian Pingstone

Alerta de emergência suspeito esteve na base do envio dos aviões supersónicos


Um avião da Ryanair que fazia a ligação entre Kaunas, na Lituânia e o aeroporto de Luton, a norte de Londres, foi desviado para o aeroporto de Stansted, também em Londres. A alteração de rota foi motivada por um “falso alerta de emergência suspeito”, de acordo com as autoridades inglesas. Stansted foi aeroporto escolhido para montar uma operação policial porque é mais indicado para este tipo de incidentes.

Antes de aterrar, o Boing com dezenas de passageiros a bordo foi escoltado por dois caças da Força Aérea Britânica.

“A RAF (Força Aérea Real, na sigla em inglês) confirma um alerta de reação rápida e aviões Typhoon descolaram esta manhã da base de Coningsby para intercetar um voo civil. O voo foi escoltado em segurança para o aeroporto de Stansted”, diz um oficial à Agência Reuters.

Há ainda a indicação de que estes aparelhos foram autorizados a atingir velocidades supersónicas em baixa altitude, o que apenas é permitido em situações de emergência, diz a mesma fonte.

Ainda não foram adiantados motivos mais específicos para o sucedido, apenas se informa que os passageiros aterraram em segurança e, de acordo com a Ryanair, vão ser transferidos para o aeroporto de Luton (destino inicial do voo) por via terrestre.

Um dos passageiros partilhou fotos do aparato policial à chegada ao aeroporto no Twitter.

Há ainda imagens do momento em que o avião da Ryanair se aproxima do solo, escoltado pelos dois caças.


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Extensão de cancelamentos só afeta Portugal numa rota.


A Ryanair anunciou ontem que vai cancelar mais voos entre outubro e março, prolongando assim o primeiro período interrupções que terminaria no final de setembro. Com esta medida a companhia vai alterar os planos a mais de 400 mil passageiros, no entanto, em Portugal, há apenas uma rota afetada: Faro – Newscastle.

A companhia vai cancelar 34 rotas em toda a Europa porque vai operar com menos 25 aeronaves e isso fará com que a empresa tenha “um crescimento mais lento”, refere o presidente, Michael O’Leary.

O presidente da companhia refere ainda que todas as pessoas afetadas vão ter direito a reembolsos ou remarcação de lugares, assim como voucheres que vão de €40 a €80, consoante os voos cancelados tenham sido apenas de ida ou de ida e volta.

De acordo com o diário espanhol El País, a Ryanair anunciou o prolongamento de voos até março de 2018, prolongando assim a data limite primeiramente anunciada que se fixava em outubro.

De acordo com o mesmo comunicado os passageiros devem começar a ser informados sobre os cancelamentos que os afetam nos próximos dias.

De acordo com a companhia serão afetados cerca de 400 mil passageiros e a extensão deste período visa desacelarar o crescimento da companhia para “evitar novos cancelamentos no futuro”, lê-se no comunicado citado pelo El País.

A companhia irlandesa informa ainda que está com menos 25 aviões neste inverno, de uma frota de 400, e que por isso é preciso reajustar horários de rotas e cancelar outras, mas “muitos destes voos têm zero reservas neste momento”, lê-se.


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Companhia estende assim o período de cancelamentos


De acordo com o diário espanhol El País, a Ryanair anunciou o prolongamento de voos até março de 2018, prolongando assim a data limite primeiramente anunciada que se fixava em outubro.

De acordo com o mesmo comunicado os passageiros devem começar a ser informados sobre os cancelamentos que os afetam nos próximos dias.

De acordo com a companhia serão afetados cerca de 400 mil passageiros e a extensão deste período visa desacelarar o crescimento da companhia para “evitar novos cancelamentos no futuro”, lê-se no comunicado citado pelo El País.

A companhia irlandesa informa ainda que está com menos 25 aviões neste inverno, de uma frota de 400, e que por isso é preciso reajustar horários de rotas e cancelar outras, mas “muitos destes voos têm zero reservas neste momento”, lê-se.


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A low cost irlandesa continua a dar cartas na invicta 


De acordo com dados do Aeroporto do Porto, a que a PressTur teve acesso, a Ryanair é a companhia aérea que mais ganha quota de mercado naquele aeroporto. A companhia irlandesa de baixo custo fica à frente da TAP, EasyJet e a Transavia France.

Precisamente em agosto, período a que se referem os dados, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro atingiu, pela primeira vez, a marca de um milhão de passageiros transportados em apenas um mês. A irlandesa Ryanair foi responsável pelo transporte de 34,8% de todos esses passageiros, mais 0,6% que em igual período do ano passado.

A completar o pódio das companhias aéreas que mais cresceram no aeroporto da invicta surgem a TAP, em segundo lugar, e a Easyjet, em terceiro.


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Depois dos sucessivos cancelamentos a Ryanair espera recuperar a confiança dos passageiros


A Ryanair acaba de anunciar que tem disponíveis mais de um milhão de lugares com preços a começarem nos €9,79 e muitos deles têm origem nos aeroportos portugueses.

Naquilo que parece ser uma clara tentativa de reconquistar a confiança dos passageiros, perdida nas últimas semanas com os sucessivos cancelamentos, a companhia irlandesa de baixo custo lançou uma campanha válida até às 23h59 da próxima segunda feira, dia 25 de setembro.

A partir de Lisboa tem voos a €9,79 para Marselha, Paris, Terceira (Açores) e Toulouse. Para Bruxelas, Frankfurt, Londres, Luxemburgo, Ponta Delgada (Açores) e Porto os preços começam em €9,99.

Se a origem for a cidade do Porto, as ofertas aumentam, podendo voar a €9,79 para Bordéus, Paris, Carcassonne, La Rochelle, Lille, Lorient e Marselha. A partir de €9,99 há lugares disponíveis para Barcelona, Birmingham, Bruxelas, Edimburgo, Faro, Frankfurt, Lisboa, Londres, Luxemburgo, Madrid, Palma, Ponta Delgada, Terceira e Valência.

Bournemouth, Bristol, Edimburgo, Frankfurt, Glasgow, Londres, Newscastle e Porto são ainda destinos aos quais pode chegar com €9,99 a partir do Aeroporto Internacional de Faro.

Os valores promocionais da Ryanair são para viagens de ida, têm todas as taxas incluídas e podem ser consultados no site da companhia.


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A DECO pede a intervenção do regulador da aviação civil de Portugal.


A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) veio hoje alertar os passageiros afetados pela onda de cancelamentos da Ryanair para a obrigatoriedade de a companhia os indemnizar com, pelo menos €400, para além de garantir refeições e alojamento até os integrar no voo mais próximo para o destino pretendido.

“Os passageiros podem ou solicitar o reembolso do bilhete, ou ir no voo logo que possível, mas tem sempre direito à assistência (refeições, bebidas, chamada telefónica, alojamento) e à indemnização”, afirmou Paulo Fonseca, jurista da DECO citado pela Agência Lusa.

A DECO critica ainda a companhia de não dar informações suficientes aos passageiros, inibindo-os de alguns direitos.

A Ryanair anunciou recentemente, em Dublin, que vai cancelar cerca de 40 a 50 voos todos os dias até ao final de outubro para melhorar os seus índices de pontualidade que haviam decaído de 90% para 80% e para poder garantir dias de descanso ao seu pessoal de bordo.

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Os passageiros passam a poder enviar a mala de cabine para o porão sem custos associados.

Os passageiros da Ryanair que quiserem transportar uma mala pequena na cabine do avião vão ter que pagar mais cinco euros pela tarifa de embarque prioritário. A alternativa é enviar a mala para o porão sem custos associados.

De acordo com notícia do The Guardian, os passageiros que optarem por pagar os cinco euros para terem embarque prioritário vão poder transportar a uma mala de pequenas dimensões na cabine do avião, assim como uma mochila ou carteira.

Kenny Jacobs, diretor de marketing da Ryanair, citado pelo The Guardian, justifica a medida com a necessidade de apressar o embarque, uma vez que a companhia tem registado atrasos significativos por causa da falta de espaço dentro do avião para todas as bagagens.

“Um determinado número de pessoas leva sempre dois sacos grandes, ocupando o espaço dos outros. Julgam que conseguem safar-se com isso e, geralmente, conseguem, mas não queremos ter de voltar a policiar o tamanho das malas na porta de embarque”, refere Kenny Jacobs.

Na realidade já eram frequentes os voos em que a Ryanair obrigava os passageiros a enviarem as suas malas de cabine para o porão do avião. Esta medida é apenas uma formalização e extensão do procedimento a todos os voos, dando aos passageiros a possibilidade de escolherem se querem ou não viajar com a sua mala.

A Ryanair apresentou ainda uma atualização de preços para as malas de porão. Até aqui custava €35 transportar uma mala de 15kg, a partir de 1 de novembro o valor baixa para os €25 e o peso da mala pode chegar aos 20kg.

Também a Easyjet anunciou novas medidas respeitantes ao transporte de malas de cabine. Saiba mais aqui.

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A companhia irlandesa vai começar a renovar a sua frota o que lhe permitirá poupanças significativas.

 

A Ryanair deve começar a receber os novos Boing 737 MAX em 2019 que, de acordo com a companhia, vão permitir efetuar poupanças no consumo de combustível e introduzir mais oito lugares no avião. Estas novas características vão permitir que “as poupanças sejam transferidas para os clientes através de tarifas mais baixas”, garantiu um responsável da Ryanair ao The Telegraph Travel.

Os novos aviões, da família 737, vão substituir os atuais 737 NG que a companhia opera e vão trazer uma poupança de combustível na ordem dos 16%.

De acordo com informações da companhia low cost, para além das reduções de custos com o combustível estes novos aviões permitirão aumentar o número de passageiros em 4%. No entanto as novas aeronaves não trazem modificações ao nível das dimensões, por isso é previsível que o conforto seja afetado, mas a Ryanair garante que não: “Estas novas aeronaves terão a mesma fuselagem que a nossa aeronave atual, mas terão reconfiguradas as casas de banho, as galeras e os assentos serão mais finos, permitindo mais espaço para adicionar oito lugares adicionais”, disse um porta-voz da companhia aérea. “A aeronave oferecerá mais espaço para as pernas do que a classe económica da British Airways ou Lufthansa economia”, rematou.

Quanto às bagagens a Ryanair até admite poder vir a permitir mais malas de mão aos seus passageiros, mas neste campo as novas aeronaves mantém as características das atuais que apenas permitem 90 volumes de tamanho padrão nas bagageiras. Tudo o que for para além disto terá que ser despachado para o porão.

A aquisição destas novas aeronaves volta a levantar uma questão com barbas: poderá a Ryanair começar a explorar rotas mais distantes? A companhia distancia-se afirmando que está focada na operação europeia, mas as novas aeronaves vão permitir fazer voos para a costa leste dos EUA. É desta que a Ryanair vai atravessar o Atlântico?

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