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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

A DECO pede a intervenção do regulador da aviação civil de Portugal.


A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) veio hoje alertar os passageiros afetados pela onda de cancelamentos da Ryanair para a obrigatoriedade de a companhia os indemnizar com, pelo menos €400, para além de garantir refeições e alojamento até os integrar no voo mais próximo para o destino pretendido.

“Os passageiros podem ou solicitar o reembolso do bilhete, ou ir no voo logo que possível, mas tem sempre direito à assistência (refeições, bebidas, chamada telefónica, alojamento) e à indemnização”, afirmou Paulo Fonseca, jurista da DECO citado pela Agência Lusa.

A DECO critica ainda a companhia de não dar informações suficientes aos passageiros, inibindo-os de alguns direitos.

A Ryanair anunciou recentemente, em Dublin, que vai cancelar cerca de 40 a 50 voos todos os dias até ao final de outubro para melhorar os seus índices de pontualidade que haviam decaído de 90% para 80% e para poder garantir dias de descanso ao seu pessoal de bordo.

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
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Os passageiros passam a poder enviar a mala de cabine para o porão sem custos associados.

Os passageiros da Ryanair que quiserem transportar uma mala pequena na cabine do avião vão ter que pagar mais cinco euros pela tarifa de embarque prioritário. A alternativa é enviar a mala para o porão sem custos associados.

De acordo com notícia do The Guardian, os passageiros que optarem por pagar os cinco euros para terem embarque prioritário vão poder transportar a uma mala de pequenas dimensões na cabine do avião, assim como uma mochila ou carteira.

Kenny Jacobs, diretor de marketing da Ryanair, citado pelo The Guardian, justifica a medida com a necessidade de apressar o embarque, uma vez que a companhia tem registado atrasos significativos por causa da falta de espaço dentro do avião para todas as bagagens.

“Um determinado número de pessoas leva sempre dois sacos grandes, ocupando o espaço dos outros. Julgam que conseguem safar-se com isso e, geralmente, conseguem, mas não queremos ter de voltar a policiar o tamanho das malas na porta de embarque”, refere Kenny Jacobs.

Na realidade já eram frequentes os voos em que a Ryanair obrigava os passageiros a enviarem as suas malas de cabine para o porão do avião. Esta medida é apenas uma formalização e extensão do procedimento a todos os voos, dando aos passageiros a possibilidade de escolherem se querem ou não viajar com a sua mala.

A Ryanair apresentou ainda uma atualização de preços para as malas de porão. Até aqui custava €35 transportar uma mala de 15kg, a partir de 1 de novembro o valor baixa para os €25 e o peso da mala pode chegar aos 20kg.

Também a Easyjet anunciou novas medidas respeitantes ao transporte de malas de cabine. Saiba mais aqui.

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
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A companhia irlandesa vai começar a renovar a sua frota o que lhe permitirá poupanças significativas.

 

A Ryanair deve começar a receber os novos Boing 737 MAX em 2019 que, de acordo com a companhia, vão permitir efetuar poupanças no consumo de combustível e introduzir mais oito lugares no avião. Estas novas características vão permitir que “as poupanças sejam transferidas para os clientes através de tarifas mais baixas”, garantiu um responsável da Ryanair ao The Telegraph Travel.

Os novos aviões, da família 737, vão substituir os atuais 737 NG que a companhia opera e vão trazer uma poupança de combustível na ordem dos 16%.

De acordo com informações da companhia low cost, para além das reduções de custos com o combustível estes novos aviões permitirão aumentar o número de passageiros em 4%. No entanto as novas aeronaves não trazem modificações ao nível das dimensões, por isso é previsível que o conforto seja afetado, mas a Ryanair garante que não: “Estas novas aeronaves terão a mesma fuselagem que a nossa aeronave atual, mas terão reconfiguradas as casas de banho, as galeras e os assentos serão mais finos, permitindo mais espaço para adicionar oito lugares adicionais”, disse um porta-voz da companhia aérea. “A aeronave oferecerá mais espaço para as pernas do que a classe económica da British Airways ou Lufthansa economia”, rematou.

Quanto às bagagens a Ryanair até admite poder vir a permitir mais malas de mão aos seus passageiros, mas neste campo as novas aeronaves mantém as características das atuais que apenas permitem 90 volumes de tamanho padrão nas bagageiras. Tudo o que for para além disto terá que ser despachado para o porão.

A aquisição destas novas aeronaves volta a levantar uma questão com barbas: poderá a Ryanair começar a explorar rotas mais distantes? A companhia distancia-se afirmando que está focada na operação europeia, mas as novas aeronaves vão permitir fazer voos para a costa leste dos EUA. É desta que a Ryanair vai atravessar o Atlântico?

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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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foto Aleksandr Markin

Alitalia atravessa mais uma grande crise financeira e está à venda desde maio deste ano.

A atravessar uma crise financeira sem precedentes, a Alitalia, está à venda desde maio de 2017, altura em que o governo italiano injetou dinheiro na companhia enquanto espera por propostas de compra. Haverá vários interessados, mas a Ryanair foi a primeira a confirmar que fez uma proposta não vinculativa para a compra da transportadora aérea italiana.

Outubro será o mês em que o apoio prestado pelo governo de Roma vai chegar ao fim e se não surgir nenhum comprador, a Alitalia pode mesmo ser vendida colocando em risco o posto de trabalho de mais de 20 mil funcionários.

“Como se trata da maior companhia aérea de Itália é importante que estejamos envolvidos no processo”, diz a Ryanair num comunicado citado pela Folha de São Paulo, deixando claro que tem interesse na compra da companhia.

A informação surge na altura em que a Ryanair apresentou os seus resultados do segundo trimestre de 2017 que dão conta de um crescimento de 55% dos lucros. Estes são expressivos, mas de o CEO da companhia reage com cautela: “estamos satisfeitos por informar uma alta de 55% dos lucros, mas acautelamos que a comparação é distorcida por a Páscoa ocorreu num trimestre diferente do ano passado”, esclarece Michael O’Leary.

Quanto ao processo de compra da Alitalia, 18 companhias aéreas pediram e tiveram acesso às contas da companhia italiana e até podem já ter apresentado propostas não vinculativas de compra. A americana Delta, a britânica British Airways a alemã Lufthansa e a britânica Easyjet são algumas delas.

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
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São vários os destinos que a transportadora irlandesa apresenta a partir de €9,99

A Ryanair acaba de disponibilizar 250 mil lugares em voos para destinos europeus com preços a começarem nos €9,99. A campanha que começa hoje, 11 de julho, termina no próximo dia 14 e diz respeito a viagens nos meses de outubro e novembro.

Os destinos com preços a começarem nos €9,99 incluem destinos como Paris, Luxemburgo ou Ponta Delgada, a partir de Lisboa. Birmingham, Frankfurt ou Bruxelas, a partir do Porto e Bristol Newscastle ou Londres a partir de Faro

Para ver todos os destinos desta campanha aceda aqui.

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
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A Ryanair está a receber críticas de passageiros que ficaram em lugares distantes dentro do avião por não terem comprado os lugares no momento do check-in.

Desde há três anos que a Ryanair introduziu a marcação de lugares nos seus voos, até aí os passageiros escolhiam os assentos aleatoriamente à medida que iam entrando no avião. Com a introdução deste novo mecanismo os passageiros passaram a ser convidados a pagar uma taxa extra para garantirem que ficavam sentados com os “amigos e família”. Mesmo sem pagarem esta taxa, a maioria das pessoas que viajavam em grupo acabavam por ficar sentadas em lugares ao lado uns dos outros, mas a avaliar pelas criticas que a companhia tem recebido nas redes sociais, parece que alguma coisa mudou.

Talvez já não se lembre, mas há uns anos ficar sentado ao lado dos seus companheiros de viagens num voo da Ryanair era uma verdadeira dor de cabeça. A companhia não tinha lugares marcados e a opção mais segura para garantir os seus lugares junto dos seus familiares ou amigos era ficar plantado em frente à porta de embarque à espera que o processo se iniciasse. Desta forma garantia que um dos seus amigos ou familiares não ficariam sentados várias filas atrás ou à sua frente.

Desde 2014 que a companhia irlandesa abandonou esta estratégia e passou a atribuir lugares aos passageiros no momento do check-in. “Facilitar o processo de embarque e permitir que famílias e grupos possam agora sentar-se juntos durante o voo”, foi a justificação que a Ryanair deu, na altura, em comunicado. Mas, e há sempre um mas nestas coisas, com a introdução dos lugares marcados surgiu também a possibilidade de a companhia vender mais um serviço, o da venda de lugares.

Desde este momento, quando um passageiro faz uma reserva no site da Ryanair é convidado a comprar um lugar para se sentar “com os seus amigos e família” (imagem). No entanto o site não esclarece o que pode acontecer ao passageiro no caso de não adquirir este serviço de reserva, a ideia que fica é que os lugares serão escolhidos de forma aleatória, plantando cada passageiro em filas diferentes do avião.

Na realidade nunca houve muitas reclamações relacionadas com passageiros que ficam em lugares muito distantes dos seus companheiros de viagem, mas nas últimas semanas as queixas começaram a surgir nas redes sociais.

No Twitter são muitos os passageiros que se têm queixado de serem colocados em assentos distantes dos seus companheiros de viagens. Um dos passageiros ironiza dizendo que a avaliar pelos lugares que a companhia escolheu para o sentar e à esposa, só podem ter existido problemas informáticos, aludindo ao recente problema com a British Airways. Num outro caso um passageiro diz que ficou longe do seu companheiro de viagem e que a Ryanair lhe pediu £25 para os sentar em lugar próximos.

Em resposta enviada ao The Telegraph a transportadora aérea irlandesa negou a acusação de sentar os passageiros deliberadamente afastados para os obrigar a pagarem as taxas extraordinárias de escolha de lugar no momento do check-in. A Ryanair justifica que este regime está implementado desde 2014 e que não sofreu alterações desde essa data, no entanto apresenta as taxas de ocupação de cerca de 95% dos voos como possível justificação para as dispersões de passageiros.

 

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