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Ryanair está com mais uma promoção para vários destinos europeus

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A Ryanair está a lançar uma campanha promocional com várias rotas para a Europa a começarem nos €9,79 por trajeto.

De acordo com a companhia esta é “uma promoção de janeiro com voos até 20% de desconto, em mais de 500.000 lugares”.

A partir de Lisboa a lowcost tem voos para Frankfurt e Porto a €9,99; Paris a €12,74; Marselha e Toulouse a 14,70; Bruxelas, Londres, Ponta Delgada e Terceira (Açores) a €14,99 e a menos de €20 ainda pode chegas às cidades italianas de Pisa, Roma e Bolonha.

A partir do Porto há destinos como Paris, Barcelona, Faro e Frankfurt a menos de €10 e Bordeaux, Bruxelas, Colónia e Madrid a pouco mais de €12. A partir da invicta pode ainda chegar a Milão, Paris, Berlim, Londres ou Valência por menos de €15. Até €20 há rotas para Bolonha, Roma, Canárias ou Varsóvia.

Já de Faro os destinos são: Paris (€9,79), Frankfurt (€9,99), Bruxelas, Colónia e Munique (€14,99), Londres (€16,99) e Newcastle e Manchester (€19,99).

Os preços são válidos apenas para uma rota e incluem bagagem de mão. A bagagem de porão (despachada) e refeições a bordo não estão incluídas.

Todos os preços podem ser consultados no site da Ryanair.

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texto foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

Companhia aérea abriu espaço para o diálogo.

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Os pilotos da Ryanair desconvocaram a greve prevista para o próximo dia 20 de dezembro em Portugal, de acordo com o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

“O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) informa que a greve dos pilotos da Ryanair em Portugal prevista para o dia 20 de dezembro foi suspensa. A decisão da Ryanair em reconhecer o SPAC como a organização representativa dos seus pilotos em Portugal e o seu compromisso em iniciar negociações com o objetivo de estabelecer um acordo de empresa levaram à tomada desta decisão”, pode ler-se no comunicado enviado hoje à comunicação social.

A reversão da paralisação prevista para uma época especialmente sencível no que toca ao transporte de passageiros aconteceu numa altura em que a companhia de baixo custo aceitou o SPAC como principal interlocutor dos pilotos portugueses.

A decisão dos pilotos portugueses surge na sequência de uma decisão semelhante tomada pelos homólogos italianos que, vendo as suas reivindicações acolhidas também decidiram suspender a greve.

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Adrian Pingstone

Ação em Portugal surge na sequência de greves convocadas noutros países da Europa

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Os pilotos da Ryanair a operar em Portugal vão juntar-se aos da Irlanda, Alemanha e Itália que já anunciaram greves para o mês de dezembro, diz o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil. A data para a paralisação é o próximo dia 20 de dezembro.

“Esta acção está relacionada com outros movimentos dos pilotos da Ryanair na Irlanda e na Itália, e o SPAC lamenta profundamente que possam surgir potenciais perturbações nos planos de viagem dos passageiros”, diz um comunicado enviado à imprensa pelo sindicato.

No mesmo documento pode ainda ler-se que a decidir fazer uma greve “nunca é fácil”, mas a “recusa contínua da Ryanair em negociar com os pilotos de forma justa e transparente” não deixa outra opção.

Os pilotos da Ryanair exigem melhores condições de trabalho, melhores salários e o reconhecimento da sua sindicalização.

“Caso a administração da Ryanair mostre abertura para o diálogo construtivo com vista à negociação colectiva e reconhecimento da Comissão de Empresa do SPAC como negociador, bem como um compromisso em acabar com a cultura estabelecida de medo e bullying em relação sua equipa”, os pilotos desmarcam a greve, lê-se no mesmo documento.

Num comunicado enviado à BBC e citado pelo Público a Ryanair aponta o dedo aos pilotos que acusa de não se preocuparem com os colegas e com os passageiros.

“Apesar de alguns voos poderem ser cancelados, a Ryanair acredita que será limitado a um pequeno grupo de pilotos que em breve deixarão a Ryanair e por isso não se importam com o facto de as suas ações incomodarem colegas e clientes”, lia-se.

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Opinião

Diogo Pereiracrónica Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

Está a ler um artigo de opinião. O conteúdo é responsabilidade do autor.

foto Catherine Carvalho

A Ryanair não me deixou voar sentado ao lado dos meus amigos, havendo lugares disponíveis no avião.

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Notícias recentes chamaram a minha atenção para um problema que estava a afetar muitos passageiros que voam nos aviões da Ryanair. O problema não se pode considerar grave, mas cedo se percebeu que a companhia tinha encontrado uma nova estratégia para conseguir tirar mais dinheiro aos seus clientes.

Antes de avançar deixo claro que não considero justo o ódio de estimação que muitas pessoas gostam de nutrir pela Ryanair. E não considero esse ódio justo porque esta é a companhia responsável pela democratização de uma prática que antes era reservada a uma elite privilegiada: voar. Mas esse assunto podemos abordar numa outra altura, vamos ao que interessa: provar que a Ryanair está a dividir propositadamente os passageiros que viajam em grupo.

Recentemente a Maria, a Ana e o Pedro (vamos chamar-lhes assim para facilitar a explicação) decidiram viajar e a companhia escolhida foi a Ryanair.

O Pedro estava indeciso sobre se queria ou não fazer esta viagem e não quis comprar os bilhetes de imediato.

Com medo de perderem os preços vantajosos que a companhia oferecia, a Maria e a Ana decidiram reservar de imediato.

Umas horas mais tarde o Pedro chegou à conclusão de que queria mesmo fazer esta viagem e comprou bilhetes para o mesmo voo.

Uma vez que a Maria e a Ana reservaram os seus voos em simultâneo, foi-lhes atribuída uma reserva com o mesmo número que, mais tarde, lhes possibilitaria fazer o check-in ao mesmo tempo.

Como o Pedro fez a sua reserva depois da Maria e da Ana, o seu número de reserva era diferente.

Chegado o dia de fazer o check-in online a Maria e a Ana que tinham a mesma reserva ficaram em filas diferentes do avião, já o Pedro que tinha uma reserva independente ficou na mesma fila que a Maria.

Significa isto que, embora houvessem dois lugares muito próximos, o check-in da Ryanair separou duas passageiras cujo sistema sabia que viajavam juntas (tinham feito a reserva em simultâneo) e colocou um passageiro que viajava sozinho ao lado de uma delas.

Para que fique claro, a Maria e a Ana terminaram o check-in uns minutos antes de o Pedro começar.

Embora use nomes fictícios para a explicação, esta trata-se de uma situação bem real que se passou comigo exatamente assim e mais dois amigos com quem viajarei brevemente.

Este caso levanta duas possibilidades: ou o sistema de check-in da companhia irlandesa está totalmente descalibrado ou esta é uma prática que a companhia leva a cabo com o objetivo de “angariar” mais uns euros com a reserva de lugar. Sim, quando preenche os dados para obter o cartão de embarque é avisado de que se quer ficar ao lado dos seus companheiros de viagem, tem que pagar mais pela seleção personalizada de lugar.

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Concluído o processo e com os cartões de embarque já impressos resolvi ainda fazer um último teste: simular uma nova reserva para o voo em causa e entrar na secção de escolha de lugares para perceber quais os assentos já preenchidos no voo que me vai transportar.

Este era o cenário:

Ou seja, retirando os lugares da frente do avião (Business Class) e os assentos nas filas das saídas de emergência (com mais espaço para as pernas e, por isso, mais caros) havia neste voo três possibilidades de a Maria e a Ana voarem lado a lado e sete possibilidades de, pelo menos, voarem na mesma fila.

É ilegítimo a Ryanair querer ganhar mais dinheiro? Claro que não. Acho até que sendo os voos tão baratos, a companhia tem que tentar rentabilizar tudo o que conseguir. Quer seja vendendo perfumes, cobrando uma fortuna por uma garrafa de água ou enchendo os nossos ouvidos com sorteios de rifas durante todo o tempo de viagem.

O que não me parece muito correto é justificar a dispersão de passageiros com as elevadas taxas de ocupação dos aparelhos. Porque neste caso em concreto só a deliberada vontade de não querer fazer de outra forma justifica este resultado.

Michael O’Leary, presidente da companhia, nunca foi de rodriguinhos por isso não lhe deve custar nada vir dizer que “se quiserem voar juntos, cheguem-se à frente, paguem e reservem os lugares antecipadamente”.

É aborrecido voar ao lado de desconhecidos quando poderia ter os meus amigos ali ao lado para pedir o jornal ou a almofada insuflável emprestados, mas não é por isso que vou deixar de voar com a Ryanair que tem preços competitivos e que, como disse no começo deste texto, é a grande responsável pela democratização da aviação.

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
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Uma investigação do britânico The Telegraph revela que há passageiros a serem contactados para prescindirem de serviços de advocacia para receberem indemnizações.


O jornal britânico The Telegraph está a adiantar que há passageiros da Ryanair a serem “intimidados” pela companhia por recorrerem a advogados para conseguirem indemnizações na sequência dos sucessivos cancelamentos que a lowcost tem vindo a levar a cabo nas últimas semanas. De acordo com a edição online do The Telegraph a companhia estará mesmo a enfrentar uma ação legal.

O escritório de advogados Fair Plane, especializado na obtenção de indemnizações em casos de atrasos, cancelamentos ou overbooking em voos está a acusar a companhia de “difamação e interferência ilícita”. Em causa estará o envio de uma carta aos passageiros, por parte da companhia e à qual o The Telegraph diz ter tido acesso, em que a Ryanair pergunta aos passageiros se “realmente aceitaram assinar a reclamação”.

De acordo com a mesma fonte a companhia irlandesa informa os passageiros que “parece ter uma reclamação válida” e que receberão “100% da indemnização sim lhe serem retirados os honorários legais” se deixarem de usar a Fair Plane e contactarem a companhia aérea diretamente.

“Estão a tentar interromper as relações do cliente connosco. Neste ponto é tarde para a Ryanair oferecer uma compensação porque o cliente já chegou até nós. Em muitos casos a principal razão para a Ryanair pagar as indemnizações devidas é porque nós estamos no processo”, diz ao The Telgraph Daniel Morris, diretor da Fair Plane.

A Fair Plane cobra uma taxa de 25% sobre as indemnizações conseguidas e, no caso de a companhia negociar diretamente com os passageiros, consegue poupar algum dinheiro. “Sabem que os obrigamos a pagar e, se nos retiram dessa equação, poupam dinheiro”, continua Morris.

A autoridade de Aviação Civil adianta que os passageiros têm obrigação de contactar diretamente a companhia para pedirem as indemnizações, antes de envolverem entidades judiciais no processo, mas a Fair Plane não concorda que a Ryanair contacte diretamente os passageiros, nas suas costas.

Contactada pelo The Telegraph, a Ryanair disse que “não fazemos comentários sobre as falsas afirmações das empresas de caça que estão a cobrar até 50 por cento das suas indemnizações”. A companhia de baixo custo acrescenta ainda que “os clientes com reclamações válidas vão receber 100 por cento das suas compensações sem terem que as partilhar com estas empresas”.


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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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Um trabalhador acusa a companhia de ser a “Coreia do Norte da aviação”


A Ryanair tem estado debaixo de fogo nas últimas semanas. No início de setembro anunciou o cancelamento de 40 a 50 voos diários até ao final de outubro, período que viria a ser estendido até ao mês de março de 2018. De acordo com a companhia a impossibilidade de realizar as viagens prendia-se com a falta de aviões e com a necessidade de fazer crescer a empresa “mais lentamente”.

A realidade é que cedo se percebeu que a companhia estava a ter problemas com o relacionamento com o seu pessoal de cabine. Fracas condições de trabalho levaram muitos funcionários à exaustão e a empresa não conseguiu levar a bom porto um acordo que tinha previsto para que os pilotos prescindissem das suas férias. Tudo somado são mais de 400 mil passageiros afetados em toda a Europa.

Os problemas com os funcionários parecem agora estar a chegar a um ponto limite, com o agendamento de um “greve em massa” e, mais grave, a deserção de vários tripulantes para companhias concorrentes da irlandesa.

“Está escrito nos nossos contratos que não estamos autorizados a fazer parte de sindicatos, mas os colegas da minha base, e não apenas essa, estão a planear uma greve antes de se mudarem para a Norwegian e a EasyJet“, refere uma fonte anónima ao britânico Telegraph.

Entre as queixas tornadas públicas por vários trabalhadores, estão a contabilização das horas de voo como horas a pagar aos funcionários, retirando os períodos em que os tripulantes têm que estar em terra; ou o pagamento por parte dos pilotos das garrafas de água que  consomem quando estão aos comandos das aeronaves.

Não há datas previstas nem previsões de consequências para os passageiros.


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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
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Alerta de emergência suspeito esteve na base do envio dos aviões supersónicos


Um avião da Ryanair que fazia a ligação entre Kaunas, na Lituânia e o aeroporto de Luton, a norte de Londres, foi desviado para o aeroporto de Stansted, também em Londres. A alteração de rota foi motivada por um “falso alerta de emergência suspeito”, de acordo com as autoridades inglesas. Stansted foi aeroporto escolhido para montar uma operação policial porque é mais indicado para este tipo de incidentes.

Antes de aterrar, o Boing com dezenas de passageiros a bordo foi escoltado por dois caças da Força Aérea Britânica.

“A RAF (Força Aérea Real, na sigla em inglês) confirma um alerta de reação rápida e aviões Typhoon descolaram esta manhã da base de Coningsby para intercetar um voo civil. O voo foi escoltado em segurança para o aeroporto de Stansted”, diz um oficial à Agência Reuters.

Há ainda a indicação de que estes aparelhos foram autorizados a atingir velocidades supersónicas em baixa altitude, o que apenas é permitido em situações de emergência, diz a mesma fonte.

Ainda não foram adiantados motivos mais específicos para o sucedido, apenas se informa que os passageiros aterraram em segurança e, de acordo com a Ryanair, vão ser transferidos para o aeroporto de Luton (destino inicial do voo) por via terrestre.

Um dos passageiros partilhou fotos do aparato policial à chegada ao aeroporto no Twitter.

Há ainda imagens do momento em que o avião da Ryanair se aproxima do solo, escoltado pelos dois caças.


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Extensão de cancelamentos só afeta Portugal numa rota.


A Ryanair anunciou ontem que vai cancelar mais voos entre outubro e março, prolongando assim o primeiro período interrupções que terminaria no final de setembro. Com esta medida a companhia vai alterar os planos a mais de 400 mil passageiros, no entanto, em Portugal, há apenas uma rota afetada: Faro – Newscastle.

A companhia vai cancelar 34 rotas em toda a Europa porque vai operar com menos 25 aeronaves e isso fará com que a empresa tenha “um crescimento mais lento”, refere o presidente, Michael O’Leary.

O presidente da companhia refere ainda que todas as pessoas afetadas vão ter direito a reembolsos ou remarcação de lugares, assim como voucheres que vão de €40 a €80, consoante os voos cancelados tenham sido apenas de ida ou de ida e volta.

De acordo com o diário espanhol El País, a Ryanair anunciou o prolongamento de voos até março de 2018, prolongando assim a data limite primeiramente anunciada que se fixava em outubro.

De acordo com o mesmo comunicado os passageiros devem começar a ser informados sobre os cancelamentos que os afetam nos próximos dias.

De acordo com a companhia serão afetados cerca de 400 mil passageiros e a extensão deste período visa desacelarar o crescimento da companhia para “evitar novos cancelamentos no futuro”, lê-se no comunicado citado pelo El País.

A companhia irlandesa informa ainda que está com menos 25 aviões neste inverno, de uma frota de 400, e que por isso é preciso reajustar horários de rotas e cancelar outras, mas “muitos destes voos têm zero reservas neste momento”, lê-se.


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Companhia estende assim o período de cancelamentos


De acordo com o diário espanhol El País, a Ryanair anunciou o prolongamento de voos até março de 2018, prolongando assim a data limite primeiramente anunciada que se fixava em outubro.

De acordo com o mesmo comunicado os passageiros devem começar a ser informados sobre os cancelamentos que os afetam nos próximos dias.

De acordo com a companhia serão afetados cerca de 400 mil passageiros e a extensão deste período visa desacelarar o crescimento da companhia para “evitar novos cancelamentos no futuro”, lê-se no comunicado citado pelo El País.

A companhia irlandesa informa ainda que está com menos 25 aviões neste inverno, de uma frota de 400, e que por isso é preciso reajustar horários de rotas e cancelar outras, mas “muitos destes voos têm zero reservas neste momento”, lê-se.


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