Notícias

texto e foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Ângela Peça

O dinheiro gasto pelos mais jovens em viagens tem vindo a aumentar

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A empresa norte-americana Contiki, especializada na organização de viagens para millenniels, veio apresentar dados que corroboram uma tendência cada vez mais clara: os mais jovens estão a dar prioridade às viagens e não pensam em comprar casa.

De acordo com a diretora de vendas e marketing da Contiki, Donna Jeavons, os seus clientes gastaram mais 10% em viagens do que no ano anterior, verificando-se por isso um aumento acentuado.

“Com a habitação tão cara, muitos jovens procuram outros objetivos primeiro, sabendo que comprar uma casa pode ser mais difícil do que foi para as gerações anteriores”, disse Jeavons à Associated Press, citada pela Lonely Planet.

A Contiki está a perceber que os jovens estão a fazer cada vez mais viagens e locais mais remotos que há uns anos eram um pouco mais inacessíveis.

Responsáveis pela nova tendência são também as companhias aéreas lowcost e os alojamentos mais baratos que reduziram e muito os preços das viagens, antes apenas acessíveis às classes mais altas.

Para além dos números há outras evidências que compravam que os millennials têm as viagens no topo das suas prioridades e que o mercado sabe disso.

A Air France apresentou recentemente uma companhia aérea dedicada aos mais jovens e a U by Uniworld vai lançar um cruzeiro onde só quem tenha entre 18 e 30 anos pode entrar.

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Dicas

claudia-paivatexto Cláudia Paiva
claudiapaiva@w360.pt

fotos comerciais

Se tem dificuldade em encontrar prendas de natal para aquele seu amigo que é um amante de viagens, escolhemos dez para o ajudar neste natal.

Livro “O Esplendor do mundo”

O mais recente livro de um dos maiores viajantes portugueses chegou às bancas em novembro. Gonçalo Cadilhe selecionou 99 destinos e experiências de viagem que o marcaram. Destinos como Albi e o território Cátaro em França, Kashgar na China, Taj Mahal na Índia, Bagan em Myanmar, Okavango Delta em Bostsuana são algumas das escolhas do autor.

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Chocolate Box

Quer surpreender alguém com uma viagem e não sabe que destino escolher? A Chocolate Box ajuda-o. Por apenas 175€ por pessoa tem direito a 2 noites num hostel, um voo direto e um roteiro personalizado. O destino só é revelado 48 horas antes da viagem e o bilhete vem numa embalagem de chocolate.

€175
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Mapa – Raspadinha Deluxe

Para aquele seu amigo que está sempre a pensar no próximo destino, ofereça um mapa que é uma raspadinha gigante. À medida que vai viajando, vai raspando os países por onde passou.

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Necessaire Samsonite

Qualquer que seja a viagem pode ter uma certeza, vai sempre precisar de levar shampoo, pasta de dentes, escova, cosméticos, etc, etc… por isso nunca é arriscado oferecer um necessaire.  O ideal é que seja prático e que permita organizar e realizar todas as tarefas essenciais de higiene durante viagens mais curtas e as mais longas.

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Albúm de Viagens Mr. Wonderful

Mr. wonderful é um site para se perder. Pode escolher desde uma simples etiqueta para a mala, uma capa para o passaporte, Álbuns para colocar as fotos, etc. Com um design personalizado, a Mr. Wonderful conquista não só o público mais novo como os mais adultos, vale a pena espreitar.

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Mala Kånken

Estão muito na moda e são muito práticas para colocar tudo que vai precisar nas viagens, as malas da Fjällräven são leves, práticas e impermeáveis. Ideias para uma viagem.

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Talheres Explore

Para os mais aventureiros um kit de talheres pode ser muito útil na hora de viajar. Ter os seus talheres pessoais pode ser uma forma prática e rápida de fazer algumas refeições mais rápidas nas viagens.

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Caderno Moleskine

Pode ser um simples caderno preto com páginas lisas, mas também pode ser o princípio para um diário de viagem ou um scrapbook. Apesar de hoje ser muito mais prático registar tudo numa rede social, ter um caderno para guardamos algumas memórias pessoais pode ser útil para mais tarde recordar.

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GoPro

Quem não gosta de tirar fotos? As GoPro vieram revolucionar o mundo das câmaras, pequena e fácil de transportar fazem vídeo e fotografia com uma excelente qualidade.

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Almofada de pescoço Trtl 

Viajar de avião pode ser uma tortura para aqueles que querem dormir e não encontram a posição certa. Esta almofada é bastante mais prática do que as tradicionais, uma vez que tem um sistema de suporte interno para segurar a cabeça e o pescoço. A almofada é de um tecido macio e fecha com um velcro, o que permite ajustar ao pescoço de cada pessoa.

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Notícias

texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

fotos Cláudia Paiva

O Instagram identificou as hashtags mais usadas por viajantes e revelou-as

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Um estudo publicado recentemente concluiu que muitas pessoas que viajam, fazem-no apenas para ter likes nas suas publicações de Instagram. Embora possamos encaixar ou não neste grupo de pessoas, o certo é que todos deliramos quando conseguimos chegar a determinados números de likes nas nossas publicações de Instagram.

E como conseguir ampliar estas reações? Em primeiro lugar aplique-se para conseguir tirar uma boa foto, em segundo lugar use as hastags certas.

E quais são as hastags certas? Veja a lista que o Instagram publicou com o top 10 das mais usadas pelos utilizadores:

#travel

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#nature

#sunset

#trip

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#wanderlust

#travelgram

#vacation

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#instatravel

#adventure

#travelphotography

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Notícias

texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Jonathan Besler

Companhia aérea europeia é apontada como a primeira a instalar câmaras nos assistentes de bordo

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Um vídeo recentemente publicado no Youtube por um fotografo profissional que visitou a Islândia com amigos mostra alguns dos segredos mais bem guardados da ilha de uma prespetiva arrebatadora.

Jonathan Besler disse à Lonely Planet que chegou a casa com mais de 100 mil fotos depois de ter passado 18 dias na Islândia e mostrou-se muito surpreendido com as potencialidades da ilha.

O resultado foi partilhado no Youtube e pode ser visto aqui:

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Viagens

texto e fotos Rita Cerveira Martins
geral@w360.pt

Lobamba, Suazilândia

No mês passado, surgiu a oportunidade de ir à Suazilândia. Acredito que muitos não saibam, nem conheçam esse país, mas a Swazi fica aqui ao lado de Maputo e em menos de 2h já estamos a cruzar a fronteira de Goba. Esqueçam-se as praias e imensos areais, ali as reservas naturais, os animais facilmente avistados, a vasta agricultura e as verdejantes pradarias são distintas. As paisagens são um tanto ou quanto diferentes de Maputo, onde a natureza não é tão protegida quanto ali… mas isso é um assunto para outra ocasião.

Saímos de Maputo num sábado pela manhã, com um roteiro bem definido, contudo o tempo foi traiçoeiro e a chuva obrigou a alterações no percurso. A passagem pela fronteira foi rápida, mais um carimbo no passaporte e alguns trocos desembolsados.

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Fomos em direcção a Lobamba, a capital e a cidade mais típica da Suazilândia. Destino:  Mlilwane Wildlife Sanctuary, a Reserva natural onde iríamos ficar alojados. Passámos Manzini, chegámos a Lobamba e encontrámos o acesso para o Sanctuary, um caminho em terra batida entre os antílopes, zebras e impalas. Já a chegar ao alojamento, passámos o lago dos hipopótamos e crocodilos (mas a chuva não ajudou a que fossem vistos) e fizemos check-in – uma pequena casinha mesmo perto do restaurante, com alguns antílopes, macacos e javalis a passar à porta.

Hora de almoçar, provar uma cerveja nacional “Sibebe” e replanear o dia visto que a chuva não estava a ajudar.

Entre as pingas, decidimos arriscar e visitar durante a tarde a Mantenga Cultural Village, uma aldeia apenas direccionada ao turismo, onde são explicados os costumes e tradições do povo da Swazi através de danças folclóricas e visitas guiadas às hipotéticas “cabanas” do Rei. É verdade, aquele que é o país mais pequeno no hemisfério sul é uma monarquia e o Rei já conquistou 16 esposas! Todos os anos ocorre uma cerimónia onde as jovens se “apresentam” ao Rei, dançando e exibindo de forma a serem a “escolhida”. Dá que pensar… A cultura é totalmente orientada para adoração ao chefe supremo e a emancipação da mulher não é realidade. Na visita é retratado que cada esposa teria 3 cabanas, uma para cozinhar, outra para dormir e outra para fazer cerveja, a mãe do Rei – a rainha Mãe, tem as suas cabanas no centro das esposas para evitar contacto.

É em Mantenga que se encontra a outra principal atracção turística – as cascatas. O tempo estava a dar tréguas e permitiu um passeio entre a natureza até lá chegar. As paisagens são singulares, os vales e as árvores criam uma vista incrível e aqueles rios e desfiladeiros transportam tranquilidade. Mas cuidado, nos riachos entre vales há probabilidade de haver crocodilos! A chuva voltou aliada ao início da noite, despedimo-nos daquelas paisagens do vale de Ezulwini rumo à Reserva.

Já na hora de preparar para ir jantar ao restaurante; fomos surpreendidos com buffet, algumas carnes de caça acompanhadas por um vinho Sul Africano (nada que se compare ao nosso vinho Português). Durante a noite não há muitas actividades, por isso aproveitámos para ficar à fogueira a beber uma taça de vinho tinto e a planear o dia seguinte.

Domingo começou com sol! Óptimo para levantar bem cedo, dar um passeio na reserva e conhecer melhor aquele amplo espaço. Uma das actividades da Reserva é andar de cavalo entre os vales de modo a estar mais próximo dos animais e apreciar melhor aquele panorama. Fomos acompanhados por um instructor, que nos ia dando sempre dicas e chamando atenção para pequenas particularidades que nos escapavam à vista como os crocodilos nas margens dos rios passando praticamente camuflados.

Terminámos a volta de cavalo e despedimos-mos de Lobamba. A paragem seguinte foi o Hlane Royal National Park em Siteki (a 1 hora da fronteira de Moçambique).

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No Hlane podemos ver os Big 5 – o leão, elefante, búfalo, rinoceronte e leopardo, entre outros animais como as girafas, hipopótamos, zebras… Tanto o Hlane como o Mlilwane são parques com alojamentos inseridos no meio das reservas, com diversas actividades para os turistas conhecerem melhor o reino animal, contudo as paisagens de ambos não têm comparação. Enquanto o Mlilwane se caracteriza por terrenos verdejantes e com bastante vegetação, em Siteki não chovia há mais de 6 meses e as paisagens eram completamente secas. Fizemos um safari de 2 horas pelo parque sob um calor abrasador; os elefantes, hipopótamos e
rinocerontes foram os primeiros a aparecer junto dos lagos. A área dos leões e tigres está protegida e por azar, quando íamos entrar nessa área, os leões aproximaram-se da vedação,
não permitindo a entrada na área sob o risco de eles saírem. O animal que tinha mais curiosidade de ver eram as girafas e nesse safari também não tive sorte de as ver de perto
como ansiava…

Terminou assim a visita ao Hlane e partimos rumo a Maputo, desta vez atravessando pela fronteira da Namacha, onde prevíamos ser recebidos com uma grande tempestade. África não é só sol e altas temperaturas, a meteorologia é irregular e por vezes planear um fim-de-semana fora pode ser um risco, mas seguindo o lema “When we stop taking risks, we stop living Life”, valerá sempre a pena.

(O Acordo Ortográfico não chegou a Moçambique, daí manter os antigos hábitos de escrita.)

Suazilândia
Mbabane e Lobanda (capitais)
Suázi e Inglês
1 900 000 hab.
Lilangeni Suazi (SZL)
GMT+2
 tipo C
+268
112
Nas montanhas o clima é temperado ao longo dos meses mais quentes e frio, podendo chegar aos dez graus negativos, nos meses mais frios. Nas planícies as temperaturas são tropicais, podendo as temperaturas máximas atingir os 40ºC. Os meses mais quentes são de outubro a março e os mais frios de abril a setembro. A chuva é frequente.

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Notícias

texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Gelo the Bear

Há uma nova tendência no Instagram. Fotografar brinquedos “a viajar”.

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As redes sociais estão cheias de tendências mais ou menos percetíveis pela maioria dos utilizadores. E se é verdade que muitas delas são apenas descabidas, esta parece ter alguma graça, servindo até para desconstruir uma “dura” realidade: nós, humanos, perdemos demasiado tempo nas redes a tirar fotografias em lugares mais ou menos conhecidos, que depois devem render alguns likes nas redes.

Fotografar brinquedos em lugares onde habitualmente as pessoas se fotografam para posteriormente publicarem as fotos nas redes sociais. Esta é a nova moda no Instagram que está a fazer furor.

Gelo The Bear é o primeiro exemplo. Trata-se de um urso de peluche que já viajou para destinos como Dubai, Vietname ou Buenos Aires.

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E este cato que já esteve em cidades como Paris, Los Angeles ou São Francisco, tem ar de turista?

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E porque viajar sozinho pode ser muito aborrecido, estes dois macacos gostam de faze-lo juntos. E não escolhem apenas destinos onde possam encontrar boas bananas.

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E lembra-se de quando recentemente nos surpreendemos quando vimos um grupo de javalis a invadir uma praia portuguesa? E se fôr um porco viajante? Não ficaremos também de queixo caído?

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Para terminar fique com um macaco feito de peúgas que já esteve em Hong Kong, Nova Iorque, Ilhas Marianas e muito mais.

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Dicas

claudia-paivatexto Cláudia Paiva
claudiapaiva@w360.pt

Enquanto não consegue ser viajante profissional, inspire-se nestes 10 exemplos

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Todos os que fazemos parte do grupo de viciados em viagens acabamos por olhar para quem faz delas vida profissional com um certo desdém. Por isso, roa-se de inveja com esta lista de 10 blogueres que tem de seguir no seu Instagram e inspire-se com as suas fotos e histórias para a sua próxima viagem.

 João Cajuda

 Menina Mundo

 Filipe Mourato Gomes

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 O meu escritório é lá fora

 Viaje Comigo

 Viajar entre viagens

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 Contramapa

 Travel Holic Nomad

 Fui dar Uma Volta

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 Cruza Mundos

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Notícias

texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Ângela Peça

A Navigator tem prémios para oferecer às melhores histórias de viagens do mundo

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A empresa de produção de papel Navigator acaba de lançar o concurso “Around The World in 80 pages” que consiste em reunir num livro as melhores fotos e histórias de viagens de 80 viajantes do mundo inteiro. Os vencedores podem ganhar até 2.500€ em vouchers de viagens.

Para conseguir chegar ao prémio máximo tem que enviar as suas melhores fotos de viagens, com as respetivas descrições. Pode enviar até três imagens seguidas, as legendas não podem exceder os 2.500 caracteres e devem ser escritas em inglês.

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A data limite para participar é o dia 31 de dezembro de 2017. Nessa altura um júri composto por elementos da Navigator e bloggers internacionais vão escolher as 80 melhores e publica-las num livro.

De entre as 80 selecionadas para publicação, o mesmo júri vai escolher o vencedor que vai ganhar 2.500€ em vouchers de viagens e uma câmara digital Nikon D5500; o segundo classificado que ganhará 1.500€ em vouchers; os classificados entre o terceiro e o oitavo lugares também têm direito a um voucher no valor de 1.000€ em viagens.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site do concurso, local onde também está disponível o regulamento.

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Cláudia Paiva

As redes sociais parecem influenciar e muito as nossas escolhas de viagem

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Um estudo desenvolvido por investigadores da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, conclui que muitas pessoas que viajam o fazem por conta dos likes que as fotografias que partilham nas redes sociais lhes rendem.

O mesmo estudo, citado pela revista Travel and Leisure, revela ainda que muitos viajantes escolhem determinados destinos em detrimento de outros por serem mais populares nas redes.

Para chegarem a estas conclusões os investigadores perguntaram a 758 participantes quais as motivações que os levariam a visitar Cuba (este foi o país escolhido porque devido às restrições diplomáticas Cuba foi um país que esteve interdito aos americanos, causando atualmente muita curiosidade).

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O inquérito começou por incidir na data em que os participantes mais desejavam visitar o país. Se no próximo ano, nos próximos cinco anos ou nos próximo dez anos. A segunda pergunta centrava-se nas motivações dos participantes para visitarem Cuba.

As respostas foram bastante claras: as pessoas que querem visitar o país no próximo ano, querem faze-lo pela garantia de likes que as publicações de fotografias e vídeos que fizerem nas redes sociais vão ter. Os que mostraram vontade de visitar o país apenas daqui a cinco ou dez anos, mostraram um maior interesse pelo país em concreto.

“O viajante está profundamente consciente do valor social das suas viagens e de que nem todas as experiências de viagem são avaliadas igualmente”, escrevem os investigados no estudo citado pela mesma fonte.

O estudo conclui ainda que os destinos que mais surgem nos nossos feeds das redes sociais, são aqueles que mais nos motivam a visita-los.

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