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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Sanpcity

Uma startup portuguesa desenvolveu uma aplicação inspirada no Tinder, mas esta serve para colocar turistas e residentes nas cidades em contacto direto.

Os milhares de turistas que visitam Portugal todos os anos contam, desde há três semanas, com uma nova aplicação móvel que os vai ajudar a descobrir melhor os recantos do nosso país, com a ajuda de quem cá mora. 

O conceito é bem simples: quando um turista chegar a Lisboa ou ao Porto e precisar de uma dica para jantar, um museu para visitar, um bar para ir ou qualquer outra informação relacionada com a sua passagem por Portugal, basta instalar a Sanapcity, colocar a questão e esperar que um dos muitos residentes registados respondam à pergunta. No final, se ficar satisfeito, o turista pode avaliar o residente e até dar-lhe uma gratificação monetária até €50.

Esta aplicação “é diferente porque aposta totalmente no chat, ou seja, aposta em não criar qualquer barreira ao contacto virtual entre turistas e locais. Em poucos segundos posso fazer login e começar a falar com locais, é de uma simplicidade e imediatismo impressionantes”, diz André Dias, um dos fundadores da Sanapcity, ao W360.PT.

De acordo com o fundador outro dos pontos fortes da Snapcity é que “quem recomenda são os locais, os verdadeiros conhecedores da cidade”.

André Dias, de 37 anos, e Manuel Figueiredo, de 38, tiveram a ideia de criar esta aplicação quando, numa viagem à Ásia, viram no Tinder uma forma fácil e prática de entrar em contacto com os locais para recolher dicas de sítios para visitar. Juntaram-se a eles Jorge Veiga, João André e Miguel Amaral, formaram uma equipa de cinco engenheiros e lançaram a Snapcity, no dia 17 de julho de 2017.

Nestas três primeiras semanas de atividade registaram já mais de três mil downloads e mais de 800 utilizadores registados como locals, 500 em Lisboa e 300 no Porto, as duas cidades onde a aplicação já opera. Até ao final do ano esperam chegar a mais cinco cidades.

A Snapcity ainda só está disponível para Android, mas deve ficar disponível para IOS durante o último trimestre de 2017.

Como funciona a Snapcity?
O Turista seleciona o destino e o assunto sobre o qual procura ajuda

Os Locais da SnapCity são notificados e podem aceitar/recusar o pedido

O Turista recebe a lista dos Locais disponíveis e inicia um chat online com quem desejar

No final, o Turista tem a opção de dar uma gratificação, tip,  ao Local, e é ainda pedida uma classificação 1-5 estrelas, critério que permitirá uma melhor triagem na escolha dos Locais
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Notícias

Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Curimedia

Os vencedores vão voar no novo A330 da TAP com as cores usadas pela companhia nos anos 70.

A TAP está a celebrar 72 anos de vida e, para comemorar, decidiu apresentar um novo avião com a decoração que a companhia usou nas décadas de 50, 60 e 70. A companhia aérea portuguesa associou ainda a esta iniciativa a realização de um passatempo cujos vencedores vão voar para São Paulo, Luanda ou Toronto neste novo avião.

“Se pudesse voar até aos anos 70 o que traria de volta?” Esta é a pergunta que a TAP faz e à qual os participantes têm que responder com um texto com até 600 caracteres. Cada concorrente tem ainda que escolher para qual das três cidades quer concorrer e angariar o maior número de votos. Os cinco textos mais populares por cada cidade seguem para avaliação de um júri que escolhe o vencedor.

O vencedor escolhido pelo júri tem ganha uma viagem dupla para o destino que escolheu e a garantia de voar, pelo menos em um dos trajetos no novo A330 da TAP decorado com as cores que a companhia usou nos anos 70.

Pode participar aqui.

Conheça as novas cores do novo A320 da TAP neste vídeo:

cropped-W_MINIATURA.pngTAP decora avião com as cores dos anos 70

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Viagens

texto e fotos Margarida Neves
geral@w360.pt

Nova Deli, Índia

Não gosto de tirar selfies. Gosto de fotografar paisagens de forma panorâmica. Paisagens de céu aberto. De ver terra e mar a perder de vista. Faz-nos sentir pequeninos, naquilo que somos e experienciamos. Nós e o mundo, simples.

Gosto de saborear as memórias que tenho de cada lugar e das pessoas com quem as partilhei.

Gosto de cobrir um mapa de pioneses, como o que tenho na sala, como se fosse o meu diário de bordo, destas jornadas que me apaixonam.

Índia – novembro de 2014

Tentativa de descrição de experiência 1: … falhada

Tentativa de descrição de experiência 2:… falhada

Tentativa de descrição de experiência 3:…falhada

Tenho dificuldade em colocar em palavras o cocktail de emoções que me assaltam em cada uma.

A Índia foi um destino que acabei por encontrar por acaso, por sugestão de um amigo. No entanto, sinto hoje que é um destino marcante e desafiante às nossas crenças de “europeus”… E por isso é e será sempre um destino inesquecível. Coloca todas as nossas lógicas à prova.

Higiene. Alimentação. Cultura. Religião

A ordem ali é precisamente a falta dela.

Os cheiros, as cores, os brilhos no olhar, o escuro do chão e da pobreza, o pó no ar e na pele.

A mística da mistura do incenso, a essência da flor de lótus.

Religião:

Crenças que moldam vidas.

Vidas que iluminam olhares de forma serena.

Um corpo sereno com um olhar a transbordar de energia.

Talvez seja este mistério que trouxe. Este olhar que permanece no meu.

O mistério de se ser feliz com tão pouco. O de se ser feliz por se querer pouco.

Hindus, budistas, muçulmanos…

Todos partilham o mesmo conhecimento: o da serenidade da espera, o da esperança no que lá vem, o da alegria do presente, o da simplicidade do serviço.

Não me esqueço. Duvido que o faça mesmo em toda uma vida.

Deixo agora um resumo dos pontos mais importantes deste roteiro de 11 dias com um sorriso nos lábios de saudade.

A não perder na Índia: Varanasi, Khajuraho, Agra, Jaipur.

Dehli primeira sensação: sentir a poluição a esconder o sol, não há céu azul

Jama Masjid a maior mesquita da Índia

Raj Ghat memorial onde se encontram as cinzas de Mahatma Gandhi

Varanasi

Sarnath um dos maiores templos budistas do mundo

Viagem de rickshaw pela cidade ouvir os apitos e assobios constantes, espetacularmente sem acidentes

Assistir às cerimónias nas margens do rio Ganges ao pôr-do-sol nome da cerimónia: Ganga Aarti. Ver no fim milhares de luzinhas que não são mais que lamparinas com flores a flutuar no rio, que têm o sentido de colocarmos o nosso caminho nas mãos de Deus, ele nos levará onde for melhor para nós.

Assistir ao nascer do dia a partir de um barco do rio assistir aos banhos purificadores dos pecados e às piras a arder. Morrer em Varanasi é fechar o ciclo de reencarnação, segundo a crença Hindu

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Khajoraho

Templos famosos pelas esculturas eróticas presentes nas suas paredes exteriores

Agra

Taj Mahal o monumento do Amor

Agra Fort

Jaipur

Subida em elefantes coloridos até Amer Fort e deixar-nos pintar pela pintura de henna numa das mãos

Infelizmente percebi depois no Sri Lanka que os apoios onde vamos sentados normalmente causam feridas nos elefantes, por isso, apesar de ter adorado chegar em cima de um elefante com o rufar de tambores ao forte, hoje em dia teria tentado outra alternativa.

City Palace Museum

Observatório “Jantar Mantar”

Hawa Mahal (Palácio das janelas)

Mumbai

Portal da Índia

Descobrir as várias casas de estilo português da era do colonialismo

Museu Mani Bhavan Casa onde viveu Gandhi

Dhobi Ghat lavandaria a céu aberto

Podia deixar aqui todos os pormenores mais históricos e geográficos, mas a mim, pelo menos, não é isso que me move. Não é saber que falam mil línguas diferentes ou que existem x hindus ou y muçulmanos. E sim, perceber-me naquilo que sou e naquilo que não sou, por meio destes encontros com o outro lado do mundo.

Viajar para mim é isto: desafiar o meu comodismo, colocar à prova a minha visão da realidade, expandir a minha consciência sobre aquilo que sentimos e sabemos.

Viajar é descobrir novos mundos, principalmente os humanos.

Índia
Nova Deli (capital)
 Hindi, Inglês e mais 21 línguas oficiais
1 210 193 422 hab. (2011)
Rupia Indiana (INR)
GMT+5
Americanas, 3 pinos
+91
 102
A dimensão da Índia impede-nos de classificar de forma geral o seu clima. Ainda assim podemos identificar três grandes estações no país. A estação fria, de dezembro a fevereiro, em que algumas zonas do país (Nova Deli, por exemplo) atingem temperaturas muito baixas. A estação quente, de março a maio, em que as temperaturas podem atingir os 40ºC e sendo a melhor époa para visitar o país. Por fim, referir apenas o período mais violento no que a temperaturas diz respeito. De junho a setembro o país é varrido por fortes chuvadas e trovoadas.
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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Bssmadeit/Pixabay

As taxas aplicadas à utilização de roaming chegam ao fim em 28 estados da União Europeia a partir de 15 de junho de 2017 

15 de Junho de 2017. Esta é a data em que o roaming chega ao fim. O serviço era cobrado a todos os utilizadores de telecomunicações móveis, sendo agora possível comunicar aos preços do país de origem.

Passaram mais de dez anos desde que os europeus começaram a ouvir falar do fim do roaming. Em fevereiro de 2017 chegou a notícia: as tarifas especiais para comunicar no estrangeiro iriam desaparecer em junho.

O roaming é uma taxa que os operadores de telecomunicações aplicam aos seus clientes quando estes utilizam os serviços – quer sejam telefonemas, SMS, MMS ou dados – no estrangeiro. Esta taxa existe porque as empresas de telecomunicações cobram taxas entre si pela utilização da rede. Ou seja, quando um cliente de uma operadora portuguesa usa o telemóvel noutro país, a operadora portuguesa é obrigada a pagar uma taxa à operadora do país em causa, para que o seu cliente possa continuar a usar o telemóvel.

Para que seja possível isentar os consumidores finais das taxas de roaming foi preciso mudar muita coisa nas taxas que os operadores cobram uns aos outros. Na realidade elas não desapareceram, mas diminuíram substancialmente. Por exemplo, uma chamada de voz que até aqui tinha uma taxa de €0,05 por minutos, passa a ser taxada em €0,032 por minuto.

A medida não é consensual junto das operadoras que continuam a ter que pagar taxas, mas deixam de as poder transferir para os consumidores. Em casos como Portugal, que recebe mais turistas do que “envia” para outros países, as operadoras são claramente prejudicadas uma vez que continuam a ter que prestar os serviços, mas agora com custos substancialmente superiores.

No que diz respeito aos clientes, o roaming chega mesmo ao fim, sem precisarem de fazer nada. A partir de agora o preço de uma chamada, SMS ou MMS é o mesmo quer esteja a usar o serviço dentro ou fora do país. No entanto é recomendável verificar o tarifário para perceber quais os valores em causa. É preciso ter ainda atenção que para evitar comportamentos abusivos as operadoras podem estabelecer limites à utilização deste serviço.

A utilização de internet no telemovel está sujeita a uma progressiva redução que levará o valor pré-roaming de €50 para os €7,7 a partir de 15 de junho, baixando a 1 de janeiro de 2018 para os €6, €4,5 em 2019, €3,5 euros em 2020, €3 em 2021 e €2,5 em 2022.

As novas regras são válidas para estes 28 estados da União Europeia: Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polónia, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Espanha, Suécia e Reino Unido.

 

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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

A Ryanair está a receber críticas de passageiros que ficaram em lugares distantes dentro do avião por não terem comprado os lugares no momento do check-in.

Desde há três anos que a Ryanair introduziu a marcação de lugares nos seus voos, até aí os passageiros escolhiam os assentos aleatoriamente à medida que iam entrando no avião. Com a introdução deste novo mecanismo os passageiros passaram a ser convidados a pagar uma taxa extra para garantirem que ficavam sentados com os “amigos e família”. Mesmo sem pagarem esta taxa, a maioria das pessoas que viajavam em grupo acabavam por ficar sentadas em lugares ao lado uns dos outros, mas a avaliar pelas criticas que a companhia tem recebido nas redes sociais, parece que alguma coisa mudou.

Talvez já não se lembre, mas há uns anos ficar sentado ao lado dos seus companheiros de viagens num voo da Ryanair era uma verdadeira dor de cabeça. A companhia não tinha lugares marcados e a opção mais segura para garantir os seus lugares junto dos seus familiares ou amigos era ficar plantado em frente à porta de embarque à espera que o processo se iniciasse. Desta forma garantia que um dos seus amigos ou familiares não ficariam sentados várias filas atrás ou à sua frente.

Desde 2014 que a companhia irlandesa abandonou esta estratégia e passou a atribuir lugares aos passageiros no momento do check-in. “Facilitar o processo de embarque e permitir que famílias e grupos possam agora sentar-se juntos durante o voo”, foi a justificação que a Ryanair deu, na altura, em comunicado. Mas, e há sempre um mas nestas coisas, com a introdução dos lugares marcados surgiu também a possibilidade de a companhia vender mais um serviço, o da venda de lugares.

Desde este momento, quando um passageiro faz uma reserva no site da Ryanair é convidado a comprar um lugar para se sentar “com os seus amigos e família” (imagem). No entanto o site não esclarece o que pode acontecer ao passageiro no caso de não adquirir este serviço de reserva, a ideia que fica é que os lugares serão escolhidos de forma aleatória, plantando cada passageiro em filas diferentes do avião.

Na realidade nunca houve muitas reclamações relacionadas com passageiros que ficam em lugares muito distantes dos seus companheiros de viagem, mas nas últimas semanas as queixas começaram a surgir nas redes sociais.

No Twitter são muitos os passageiros que se têm queixado de serem colocados em assentos distantes dos seus companheiros de viagens. Um dos passageiros ironiza dizendo que a avaliar pelos lugares que a companhia escolheu para o sentar e à esposa, só podem ter existido problemas informáticos, aludindo ao recente problema com a British Airways. Num outro caso um passageiro diz que ficou longe do seu companheiro de viagem e que a Ryanair lhe pediu £25 para os sentar em lugar próximos.

Em resposta enviada ao The Telegraph a transportadora aérea irlandesa negou a acusação de sentar os passageiros deliberadamente afastados para os obrigar a pagarem as taxas extraordinárias de escolha de lugar no momento do check-in. A Ryanair justifica que este regime está implementado desde 2014 e que não sofreu alterações desde essa data, no entanto apresenta as taxas de ocupação de cerca de 95% dos voos como possível justificação para as dispersões de passageiros.

 

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Dicas

claudia-paivatexto Cláudia Paiva
claudiapaiva@w360.pt

ilustrações Ana Paiva

Fazer uma mala de viagem parece uma tarefa simples e rápida, mas para muitos torna-se uma verdadeira dor de cabeça. Podemos organizar vários tipos de malas (para ir à praia, para ir visitar uma cidade ou apenas para passar um fim-de-semana). Estas são dicas que não pode esquecer.

O necessaire não pode faltar. Embalagens pequenas de champô, amaciador, sabão, um pente, elásticos, travessões, escova de dentes, pasta de dentes, creme de mãos, desodorizante e cotonetes. Uma boa ideia é ter sempre um necessaire organizado, desta forma não se esquece de nada se tiver de fazer uma viagem de repetente.

Ah, e aquelas amostras que recebe quando vai às compras ou que vêm nas revistas, experimenta-as logo? Aproveite para as guardar e usar numa viagem.

Uma caixa de costura com linha, agulha, botões e alfinetes pode ser mais útil do que pensa. Não se esqueça que os acidentes acontecem e aquela saia ou camisa que quer usar podem perder um botão ou sofrer um rasgão.

Carteira de mão: não se pode esquecer dos óculos de sol, lenços de papel, caneta, caderno, documentos pessoais, máquina fotográfica, telemóvel, cadeado e dinheiro.

Power Bank: Já não sabemos viver sem tecnologia. Temos smartphones, tablets, máquinas fotográficas e todos estes consomem bateria, muita bateria e para não ter nenhum contratempo leve consigo um power bank. Vai permitir que carregue os seus gadjets sem ter de se deslocar para perto de uma tomada.

Caixa de primeiros socorros: ninguém quer ficar doente numa viagem, muito menos ter problemas inesperados. Por isso vá prevenido e leve consigo uma pequena caixa com pensos rápidos, comprimidos contra alergias, dores de cabeça, febre e diarreia. Se fôr para um destino de praia não se esqueça do protetor solar, pomada para picadas de mosquitos e queimaduras.

Almofada de descanso: sofre sempre nas viagens porque não consegue dormir? Leve consigo uma almofada de enchimento na mala de mão.

Etiqueta As malas são todas etiquetadas no momento em que faz o check-in, mas não se esqueça que as etiquetas têm todas a mesma aparência e pode haver outro, ou outros, passageiros com uma mala igual à sua. Uma etiqueta bem indiscreta e facilmente distinguível pode ser a prevenção necessária para que um desconhecido não leve a sua mala.

Leve um saco desdobrável, pode dar jeito para ir ao supermercado ou colocar a roupa suja.

Pense no destino e naquilo que realmente vai usar, seja pratico!

Produtos de Higiene: leve embalagens pequenas com etiquetas do que contêm. Para ter a certeza de que não se vão abrir durante a viagem e sujar toda a roupa, experimente envolve-las em película aderente.

E não se esqueça que não pode transportar embalagens com mais de 100ml, mesmo que já estejam abertas e o conteúdo seja inferior a este valor: aquilo que conta é o tamanho da embalagem. Se tentar embarcar com produtos acima destes tamanhos o mais certo é ficar sem eles, mesmo que sejam aqueles perfumes que lhe custaram os olhos da cara.

Bijutaria: conhece aqueles dispensadores de medicamentos? utilize-os para guardar os seus anéis e brincos.

Calçado: Uma boa ideia é usar as tocas de banho dos hotéis para arrumar os sapatos e não sujar a sua mala. E não se esqueça que dentro dos sapatos pode haver muito espaço livre. Utilize-o para guardar meias, collants ou até cintos. Assim, além de poupar espaço, sabe que o sapato não vai ficar desformado.

Faça rolinhos para ter mais espaço na mala. Para ter a certeza de que aquela prenda que quer trazer para os seus amigos vai caber na mala no final da viagem, leva a roupa dobrada e quando estiver a fazer para voltar enrole-a.

Toalha: os hotéis têm por hábito fornecer toalhas aos seus hóspedes, mas em tempos de low costs pode optar por uma tarifa mais baixa num hostel e não ter direito a toalha. Leve uma de microfibra. Seca rápido e quase não ocupa espaço na mala.

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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Joe Ravi

A Air France tem a decorrer uma campanha com promoções para cidades como Nova Iorque, Dubai, Miami, Luanda ou Havana

A Air France tem a decorrer uma campanha de 24 horas onde disponibiliza viagens de ida e volta a começarem nos €399. A campanha termina no dia 8 de junho.

As cidades abrangidas são Luanda, desde €399; Havana, desde €519; Banquecoque, desde €540; Kilimanjaro, desde €769; Dubai, €410; Punta Cana, desde €519; Male, €691; Joanesburgo, desde €450; Miami, desde €399; Nova Iorque, desde €407; Toronto, desde €532.

As reservas devem ser feitas no site da Air France.

 

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Diogo Pereiratexto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto Curimedia

É já neste sábado, 10 de junho, que a TAP começa a reforçar as suas rotas.  

A TAP vai iniciar dez novas rotas e reforçar algumas das existentes no decorrer dos próximos meses. A Europa, África e América do Norte são as grandes apostas da companhia.

Toronto, no Canadá; Gran Canária e Alicante, em Espanha e Estugarda, na Alemanha são as quatros rotas que dão o pontapé de saída para este alargamento da TAP já no próximo sábado, 10 de junho. Em julho vão juntar-se Bucareste, na Roménia; Budapeste, na Hungria; Colónia, na Alemanha; Abidjan, na Costa do Marfim e Lomé, no Togo. No final de outubro haverá ainda a inauguração da rota para um novo aeroporto de Londres, London City que coloca a TAP em três dos maiores aeroportos da capital inglesa (a companhia portuguesa já voa para Heathrow e Gatwick).

Para além destas inaugurações a Transportadora Aérea Portuguesa vai reforçar a atividade em Espanha, com mais voos entre o Porto e Madrid e entre Lisboa e Valência. Também Moscovo, na Rússia e Frankfurt, na Alemanha vão receber um reforço. Dentro de Portugal e a pensar nos meses de verão, a rota entre Lisboa e Faro também vai ter mais uma frequência diária, passando assim a quatro voos.

As novas rotas da TAP
 Toronto (Canadá) a partir de €189 (ida)
 Gran Canária (Espanha) a partir de €70 (ida)
 Alicante (Espanha) a partir de €55 (ida)
 Estugarda (Alemanha) a partir de €77 (ida)
 Bucareste (Roménia) a partir de €49 (ida)
 Budapeste (Hungria) a partir de €76 (ida)
 Colónia (Alemanha) a partir de €55 (ida)
 Abidjan (Costa do Marfim) a partir de €247 (ida)
 Lomé (Togo) a partir de €272 (ida)
 London City (Inglaterra) a partir de €44 (ida)
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Diogo Pereiratexto e foto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

Há uma organização que está a recrutar para um emprego de sonho: viajar à volta do mundo durante um ano, ter tudo pago e ainda receber €2.500 por mês. 

A World Life Experience está à procura de doze pessoas para viajarem à volta do mundo, com tudo pago e com um salário de €2.500. Mas que emprego é este? Partilhar experiências nas redes sociais.

Durante um ano doze pessoas vão estar a viajar para cidades como Nova Iorque, Sydney, Paris, Praga ou Buenos Aires num total de 4o destinos. O objetivo é partilhar nas redes sociais opiniões pessoais sobre restaurantes, museus, monumentos, concertos ou eventos desportivos.

Durante este período os participantes terão todas as despesas de alimentação, alojamento, viagens, entradas em museus e monumentos e cuidados de saúde suportadas e ainda vão receber um salário de €2.500 por mês. A organização acrescenta ainda quatro períodos de duas semanas em que os participantes não terão quaisquer obrigações, ou seja, estarão de férias.

Aliado às práticas de lazer e gastronómicas, estarão ainda participações de apoio a instituições de solidariedade locais com o objetivo de promover os seus projetos de responsabilidade social.

Para fazerem parte desta equipa, os candidatos vão ter que se inscrever numa plataforma global onde se espera que hajam milhares de inscritos. Como requisitos surgem o domínio da língua inglesa e uma idade compreendida entre os 20 e os 35 anos.

As inscrições decorrem no site da World Life Experience até dia 30 de junho.

 

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