Vídeo mostra como é intenso, mas organizado, o tráfego aéreo de Londres

Uma animação divulgada pela autoridade de gestão de tráfego aéreo de Londres, a NATS, mostra como se gere o tráfego dos cinco aeroportos da cidade

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Londres tem um dos mais movimentados aeroportos de todo o mundo e que, muito em breve, se pode transformar no maior de todos. Heatrhow movimenta anualmente cerca de 76 milhões de passageiros, não havendo mais nenhuma estrutura aeroportuária na Europa que o consiga superar.

Tratar da gestão de tantos aviões a aterrar e a descolar será certamente um trabalho minucioso que requer muita atenção e profissionalismo. Mas Londres não é só Heatrhow, a capital britânica tem ao seu redor um total de cinco aeroportos, sendo um dos espaços aéreos mais intensos de todo o mundo.

O tráfego aéreo a sobrevoar a capital inglesa não para de aumentar. De acordo com a NATS, entidade gestora, só nos últimos quatro anos a subida registada foi de 30% e no Verão de 2018 foram batidos todos os recordes. Só em junho, julho e agosto 736.800 aviões entraram no espaço aéreo britânico, o que representa uma grande pressão sobre todas as estruturas de navegação aeronáutica.

O crescimento exponencial deveu-se, em grande parte, ao aumento de companhias low cost a usarem os aeroportos de Luton e Stansted, o que causou uma sobrelotação daquelas estruturas secundárias, refere a mesma fonte.

“Foi um verão incrivelmente movimentado e as nossas equipas fizeram um trabalho fantástico e sempre com máxima segurança, tendo em conta os níveis de tráfego aéreo sem precedentes “, disse a diretora de operações de NATS, Juliet Kennedy, ao The Telegraph.

Para mostrar como se organiza o tráfego aéreo de uma das cidades mais congestionadas, a NATS criou uma animação onde é possível ver como é preciso destreza e muita organização para que tudo corra bem. No vídeo é possível ver as aproximações, aterragens e descolagens de mais de cinco mil aviões no dia 7 de agosto de 2018, um dos que teve mais aviões em cima de Londres.

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As diferentes cores deixam perceber como todos os cinco aeroportos têm que estar bem coordenados para que os aviões ocupem espaços distintos de espera nos céus da cidade do Big Ben.