Há greves nos aeroportos portugueses no Natal. Saiba o que deve fazer para não perder o voo

Greve dos seguranças privados pode atrapalhar os planos dos portugueses que vão viajar no Natal

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texto Diogo Pereira
diogopereira@w360.pt

foto  Ugg Boy Ugg Girl Flickr

Greve dos seguranças privados pode atrapalhar os planos dos portugueses que vão viajar no Natal

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De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos, os seguranças privados dos aeroportos portugueses vão estar em greve nos dias 24 e 25 de dezembro, reivindicando melhores condições laborais.

É previsível que a greve atrapalhe os planos de milhares de portugueses que querem sair de Portugal nestes dias festivos, por isso a gestora aeroportuária, ANA Aeroportos pede aos passageiros que tomem algumas precauções para evitar atrasos e consequentes perdas de voos.

“A ANA Aeroportos de Portugal informa todos os passageiros que, em virtude da greve anunciada para as empresas de segurança e do elevado incremento de tráfego registado nos últimos meses, é previsível que os procedimentos de controlo de segurança nos aeroportos nacionais sejam mais demorados durante os próximos dias 24 e 25 de dezembro”, começa por esclarecer a ANA, em comunicado.

No mesmo documento é pedido aos passageiros que cheguem aos aeroportos “com maior antecedência e sigam as instruções transmitidas pela sua companhia aérea, operador turístico ou agência de viagens”.

Outro dos pedidos feito pela operadora é para que os passageiros despachem o maior número de malas possível no balcão de check-in diminuindo assim o número de volumes a serem rastreados no controlo de segurança.

A greve dos seguranças privados dos aeroportos vai decorrer em todos os aeroportos de Portugal continental, Açores e Madeira.

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação exige que os trabalhadores da Presegur e Securitas sejam incluídos em acordos de “contratação coletiva”, “melhores condições de trabalho” e “uma carreira com dignidade”.

“Há quem esteja a ganhar muito dinheiro com o aumento de passageiros nos aeroportos nacionais, mas não são os trabalhadores que zelam pela segurança dos passageiros, pois esses são cada vez mais precários e vivem num contexto cada vez mais difícil”, refere o sindicato citado pelo Observador.

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