Há novos protótipos de assentos para viajar de pé nos aviões

Viajar de pé nos aviões pode aumentar a possibilidade de transportar mais passageiros dentro dos aviões e fazer as companhias pouparem dinheiro.

Protótipo de lugares em pé nos aviões desenvolvido pela Aviointeriores 1. Foto de Aviointeriores
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Já não é a primeira vez que ouvimos falar na possibilidade de um dia entrarmos num avião e, em vez dos habituais lugares, seremos confrontados com novas “poltronas” em que os passageiros são transportados como se estivessem a montar a cavalo.

Uma das primeiras vezes que esta possibilidade surgiu a responsável foi a Aviointeriores, uma fabricante italiana, a mesma que vem agora mostrar que está mesmo empenhada neste projeto, tendo melhorado a sua ideia para que os passageiros aéreos possam começar a viajar de pé.

Protótipo de assento vertical desenvolvido pela Aviointeriores
A Aviointeriores já tinha apresentado uma primeira versão de “poltronas” para viajar de pé nos aviões. Foto de Aviointeriores

Os novos “assentos” já não incluem os pilares centrais que ligavam a anterior versão ao teto e ao chão da aeronave e são 50% mais leves do que as poltronas que os passageiros encontram atualmente nos aviões. Têm menos componentes o que para além de reduzir substancialmente o peso a bordo, consegue ainda aumentar em 20% a capacidade de transporte de passageiros. Menos peso e mais passageiros é tudo o que as companhias aéreas queriam ouvir.

Protótipo de lugares em pé nos aviões desenvolvido pela Aviointeriores. Foto de Aviointeriores
Os novos protótipos de lugares de pé da Aviointeriores prometem são 50% mais leves do que as poltronas clássicas. Foto de Aviointeriores

Estes assentos que são semelhantes a uma sela de cavalo, com uma secção elevada no meio, seriam ideais para viagens de curta duração, com não mais de três horas entre a origem e o destino, sendo pouco recomendáveis para voos de longa duração.

O novo protótipo que foi apresentado na Aircraft Interiors Expo, na cidade alemã de Hamburgo, pode deixar já as companhias aéreas a esfregar as mãos, mas os passageiros podem ficar descansados, uma vez que uma solução deste género ainda tem que passar pela certificação das autoridades de segurança aérea.

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